sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Mustang Shelby GT500

Ford Mustang Shelby GT500 1967 - Uma verdadeira máquina



Lançado em Abril de 1964 já como modelo 1965 o Ford Mustang foi apresentado em duas versões: Conversível e Coupé 2 portas. Projetado e concebido para satisfazer todos os gostos, poderia vir equipado com um modesto motor V6 de 2,8L com 101HP até um V8 de 4,8L com 271HP. Após 6 meses, foi apresentada a versão fastback, com forte apelo esportivo. Não houve mudanças significativas para o ano de 1966, quando o carro completou o total de 1 milhão de unidades vendidas, comprovando o enorme sucesso alcançado. Cerca de 70% dos carros vendidos eram equipados com alguma versão do motor V8. Para 1967 e 1968 surgiu o Mustang Shelby GT500 cujo qual sofreu a primeira atualização de estilo, crescendo alguns centímetros e procurando ter uma linha mais agressiva e se tornar mais confortável. A principal novidade foi a introdução dos motores V8 big-block como opcional. Para 1967 a potência podia chegar a 325HP, com um V8 de 6,4L e a 390HP em 1968 com um V8 de 7,0L. Em 1969 e 1970 nova atualização de estilo, tornado a linha mais atual e agressiva. Lançamento dos modelos BOSS 302 e 429, equipados com motores de alto desempenho e das linhas Mach 1(Esportiva) e Grande (Luxuosa). Os anos de 1971, 1972 e 1973, apresentaram a mais significativa mudança de estilo dentro da primeira geração. Sofreram forte influencia das leis antipoluição, da crescente preocupação com o consumo de combustível e da resistência das companhias de seguro em aceitarem carros de alto desempenho. Em comparação ao modelo 1965, o Mustang aumentou quase 15 cm e ficou 250kg mais pesado e já não contava com motores tão potentes, quantos os oferecidos nos anos 60. Todos esses fatores acabaram influenciando o fim da primeira geração e provocando o nascimento do Mustang II em 1974, muito mais leve e econômico, porém sem o carisma de um verdadeiro esportivo.



O modelo que mais chama a minha atenção é o Mustang Shelby GT500 1967, hoje em dia é muito conhecido como Eleanor, devido o sucesso do filme 60 segundos.
Em 2007, uma empresa chamada Classic Recreations, de Yukon, Oklahoma (U.S.A.), lincenciou oficialmente o “Eleanor - 60 segundos” e agora fabrica réplicas do carro que estrelou nas telas do cinema.
Os carros vêm em duas versões, uma com 535 cavalos e outra com 750 cavalos.Ambos são contruídos com o chassis do Mustang original de 1967, com autorização da própria Ford e a empresa se compromete a entregar o carro em 4 meses.
Agora, os amantes da velocidade mais abastados que quiserem ter seu próprio Eleanor Mustang terão que desembolsar 139.900 ou 189.900 dólares dependendo do modelo escolhido.



Construtor.........Ford

Produção...........1967-1970. 2005-presente

Antecessor........Ford GT

Classe.................Esportivo

Tipo de
Carroceria..........Coupe

Chassis................Monobloco

Motor..................V8

Caixa de
transmissão........Manual

Desenhista
Projetista.............Carroll Shelby

Ouça o ronco da máquina







Shepherd's Pie

A Shepherd's Pie ou "torta do pastor" é uma torta típica inglesa, feita com carne de cordeiro. Nos Estados Unidos ela geralmente é feita com carne de vaca moída e legumes e também é chamada de "cottage pie". É parecido com o nosso famoso escondidinho. Receita bem simples e gostosa.



Espero que gostem. Bom apetite!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Jerry Lee Lewis

The Killer



Em 1955, Jerry Lee Lewis gravou duas músicas para uma rádio local, I don't Hurt Anymore e If I Ever Needed You I Need You Now, ambas versões aceleradas de clássicos de blues-country. As músicas viraram hits locais da noite para o dia e chamaram a atenção do empresário Sam Philips que procurava artistas brancos capazes de domesticar e vender a música negra. Sam Philips foi o responsável pela descoberta também de Elvis Presley.
Após alguns meses de pequenos hits, Jerry Lee Lewis lançou Whole Lotta Shaking Going On, logo seguida por Great Balls Of Fire, Breathless e High School Confidential, que explodiram nas paradas. Além disso relançou também clássicos de blues e country com o seu tempero especial. Entitulava-se "The Killer" (o matador) e no palco era um ciclone martelando furiosamente as teclas do piano (que no auge de alguns desvarios, acredite, era incendiado). Em sua vida pessoal fazia juz à fama de durão envolvendo-se em brigas frequentes. Foi o primeiro "maluco" do rock.
Lewis prosseguiu com relativo sucesso lançando um ou outro hit até meados de 1958. A turbulenta vida pessoal de Lewis era mantida em segredo do público até que, durante uma turnê pela Inglaterra em 1958, a imprensa descobriu que a esposa do astro era Myra Gale Brown, sua prima de segundo grau, de apenas 13 anos. A situação provocou um escândalo público e a turnê foi cancelada depois de apenas três shows. Embora se costume associar seu declínio a esse fato, a realidade é que estava ocorrendo nesta época o fim da carreira meteórica dos artistas da primeira fase do rock and roll e o surgimento de novos nomes.
Após um longo período de ostracismo em meados da década de 60 Lewis começou a voltar à ativa dando mais ênfase ao lado country de seu estilo. Sua imagem nos anos seguintes foi bastante desgastada por frequentes escândalos envolvendo espancamento de suas mulheres, morte de seus dois filhos em um acidente de carro, problemas com alcoolismo e diversas operações no estômago. No palco, porém continuava apresentando a mesma performance explosiva, apesar dos problemas pessoais e idade.
Em 1985 chegou a ficar em coma e teve de ter seu estômago extirpado em virtude de uma úlcera que nunca se curou. Em 1996 sofreu o seu terceiro ataque cardíaco mas continuou tocando como antes. Em suas próprias palavras: "Há apenas um Jerry Lee Lewis e isto aqui vai ser um mundo muito triste quando eu tiver morrido".

Jerry Lee Lewis está com 73 anos e continua fazendo shows pelo mundo.


18 Original Sun Greatest hits


Tracks:
01-Whole lotta shakin' goin' on
02-Great balls of fire
03-Breathless
04-High school confidential
05-What'd I say
06-Drikin' wine Spo-dee-o-dee
07-Matchbox
08-Jambalaya
09-When the saints go marchin' in
10-Lewis Boogie
11-It'll be me
12-All night long
13-Big blon' baby
14-Crazy arms
15-Ubangi stomp
16-Big legged woman
17-Put me down
18-Wild one

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Great Balls Of Fire


Whole Lotta Shakin' Going On (1957)Totalmente maluco!

2008 - O velhinho continua mandando bala!


Em 1989, a carreira de Jerry Lee Lewis foi divertidamente retratada (com alguns exageros) no filme Great Balls Of Fire - A Fera do Rock, com Dennis Quaid no papel principal e numa de suas melhores atuações no cinema. IMPERDÍVEL!

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Trailer - A Fera do Rock

Kiss me baby! Ooooooooh! Feels good!

Elis Regina e Tom Jobim

Elis & Tom - 1974




01.Águas de Março (Antonio Carlos Jobim) - 3:32
02.Pois É (Jobim, Chico Buarque) - 1:43
03.Só Tinha de Ser Com Você (Jobim, Aloysio de Oliveira) - 3:49
04.Modinha (Jobim, Vinicius de Moraes) - 2:16
05.Triste (Jobim) - 2:39
06.Corcovado (Jobim) - 3:53
07.O Que Tinha de Ser (Jobim, Moraes) - 1:43
08.Retrato Em Branco E Preto (Jobim, Buarque) - 3:03
09.Brigas, Nunca Mais (Jobim, Moraes) - 1:39
10.Por Toda A Minha Vida (Jobim, Moraes) - 2:04
11.Fotografia (Jobim) - 2:46
12.Soneto de Separação (Jobim, Moraes) - 2:20
13.Chovendo Na Roseira (Jobim) - 3:11
14.Inútil Paisagem (Jobim, Oliveira) - 3:08


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Águas de Março

Octavio Paz


Entre partir e ficar

Entre partir e ficar hesita o dia,
enamorado de sua transparência.

A tarde circular é uma baía:
em seu quieto vai e vem se move o mundo.

Tudo é visível e tudo é ilusório,
tudo está perto e tudo é intocável.

Os papéis, o livro, o vaso, o lápis
repousam à sombra de seus nomes.

Pulsar do tempo que em minha têmpora repete
a mesma e insistente sílaba de sangue.

A luz faz do muro indiferente
Um espectral teatro de reflexos.

No centro de um olho me descubro;
Não me vê, não me vejo em seu olhar.

Dissipa-se o instante. Sem mover-me,
eu permaneço e parto: sou uma pausa

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Para Octavio Paz a poesia é a forma natural de convivência entre os homens. Sua crítica é um diálogo aberto com o mundo, sendo seu desejo "a busca de identidade da natureza humana na multiplicidade de signos". Segundo o poeta Sebastião Uchoa Leite, "a crítica de Octavio Paz é de ordem antropológica e poética. Paz é poeta e crítico das civilizações, acreditando, ao contrário de que as civilizações são mortais, na frase de Valéry, que mesmo as aparentemente mortas estão vivas: os seus signos circulam nessa ars combinatoria do universo histórico. Como tudo é linguagem, tudo significa".

( comentário na orelha do livro O Arco e a Lira com tradução e comentários de Olga Savary. - Editora Nova Fronteira, 1982)

Mojito

O Sabor de Cuba
Assim como o Dry Martini, O Mojito também tem muita história, lenda, fama e vários modos de preparo. Rum, hortelã, açúcar e limão são os ingredientes básicos do Mojito clássico.

A origem do Mojito vem desde a época de Francis Drake, mais conhecido como El Draque (O Dragão), que era um célebre pirata inglês (dizem que foi o primeiro inglês a dar a volta ao mundo) e que tinha um pequeno recanto situado na "La Isla", que é "La Isla de La Juventude", em Cuba. Este pirata dos mares tinha um incontestável bom gosto e ficou seduzido por estas paisagens naturais permanecidas virgens e também pela sua quietude. Foi esta mesma ilha do mar do Caribe que inspirou Robert Louis Stevenson a escrever "A Ilha do Tesouro", um clássico da literatura infanto-juvenil (Como curiosidade, foi nesse livro que pela primeira vez apareceu um mapa do tesouro, onde a arca cheia de ouro enterrada estava marcada com um grande X, hoje tão comum nesse tipo de história. E também foi neste livro que o conhecido estereótipo de pirata - aquele com perna-de-pau e um papagaio no ombro - apareceu e se tornou tão popular).


Em 1578, durante a volta ao mundo e entre duas pilhagens, Francis Drake desembarcou, juntamente com a sua tripulação, e todos beberam numa taberna para festejar o mais recente roubo. Eles gostavam de bebericar folhas de menta amassadas com o aguardente local, -antecessor não refinado do rum cubano atual -, e limão verde. Eles bebiam o "avô", digamos assim, do Mojito, mas sem açúcar e que chamavam de "Draque", que era o apelido do capitão pirata. A receita permaneceu na "La Isla" e perpetuou-se até ser consumida regularmente sob o nome de "Draquecito".

Muitos anos mais tarde, o reinado da máfia cubana, que durou de 1910 até 1920, permitiu o refinamento do Rum (para quem não sabe, o rum é um parente da nossa cachaça, mas isso é uma outra história). Em 1946 o legedário bar e restaurante La Bodeguita del Medio (esse bar também tem muita história, mas vai ficar para um futuro post) decide preparar uma variante refinada, melhorada e açucarada do "Draquecito" para torná-lo mais acessível. A receita ficou apelidada de Mojito, uma contração da palavra mojadito (úmido) e de mojo (molho culinário cubano que também significa charme, na África do Sul). Pouco tempo depois, a bebida ganhou fama e, em meados dos anos 20, tornou-se a bebida nacional de Cuba. Pronuncia-se "morrito".

Lendas

Sempre que se fala em Mojito e suas origens, costuma-se citar o famoso escritor americano Ernest Hemingway, autor de O Velho e o Mar, Paris é uma Festa, O Sol Também Se Levanta e muitos outros, que viveu em Cuba de 1939 a 1960. Dizem que Hemingway não conseguia digerir o açúcar refinado e pedia seu Mojito sem açúcar, então, criou-se uma variante do drinque chamada Papa Hemingway(seu apelido era papa). Outra variante do drinque em homenagem ao escritor é o Hemingway Special, com Gustos Maracino(um licor cubano à base de cerejas) e com uma lasca de grapefruit (toranja).

O bar La Bodeguita del Medio expõe um cartaz escrito "My mojito in La Bodeguita; My daiquiri in El Floridita", com uma suposta assinatura de Hemingway embaixo. Há também uma foto de Hemingway sentado num balcão de madeira polida, com um drinque na mão, tudo igualzinho ao balcão do Bodeguita. No bar El Floridita, onde Hemingway costumava beber daiquiri (logo falarei desse outro clássico da coquetelaria), há uma estátua do escritor sentado em seu lugar preferido. Esses dois bares são pontos turísticos em Cuba.

Segundo o escritor Eric Nepomuceno, biógrafo de Hemingway, o cartaz do Bodeguita é um blefe. Não foi escrito por Hemingway. Que, a propósito, não assinava Ernest, mas Ernesto ou Ernestito ou Ernestico. E mais: a foto de Hemingway foi tirada no bar de um navio. O balcão do Bodeguita foi feito à imagem e semelhança do bar desse navio, quando, nos anos 60 o lugar foi reaberto. Então, segundo o escritor, Hemingway nunca teria posto os pés no Bodeguita, pois o lugar era um depósito de bebidas na época e não um bar.

Bom, histórias e lendas à parte, o que importa mesmo é o sabor desse drinque maravilhoso, não é mesmo? Para quem gosta de fumar um puro, como eu, o Mojito é o drinque gelado mais adequado (alguns apreciadores de charuto não gostam de fumar com bebidas geladas, dizem que o gelo amortece a língua e tira o gosto do tabaco. Acho isso uma bobagem, mas cada um tem um gosto.)

Mojito

Ingredientes:
- 50 ml de Rum Claro (sugiro o Bacardi)
- 30 ml de Suco de Limão Taiti
- 6-10 Folhas de Hortelã
- 1 a 2 colheres de açúcar
- Club Soda (água com gás) opcional
- Gelo
Modo de Preparo:
- Em um copo do tipo Long Drink ou Rock Glass Duplo coloque o açúcar juntamente com o suco de limão e as folhas de hortelã.
- Macere os ingredientes de forma que o hortelã passe seu sabor à mistura.(você pode colocar uns quatro gomos de limão e macerar tudo junto, como numa caipirinha)
- Complete o copo com gelo, coloque o rum e mexa até ficar homogêneo.
- Finalmente complete o copo com o club soda.
- Uma fatia de limão e um ramo de hortelã podem ser usados como decoração e guarnição na borda do copo.

Bebam com moderação. (entendido, Mateuchev?)

Hasta la vista!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Buddy Holly

That´ll Be The Day - 1958

Tracks:
1 - You Are My One Desire (as Buddy Holly)
2 - Blue Days - Black Nights (as Buddy Holly)
3 - Modern Don Juan (as Buddy Holly)
4 - Rock Around With Ollie Vee (as Buddy Holly & The Three Tunes)
5 - Ting-A-Ling (as Buddy Holly & The Three Tunes)
6 - Girl On My Mind (as Buddy Holly & The Three Tunes)
7 - That'll Be The Day (as Buddy Holly & The Three Tunes)
8 - Love Me (as Buddy Holly)
9 - I'm Changing All Those Changes (as Buddy Holly & The Three Tunes)
10 - Don't Come Back Knockin' (as Buddy Holly)
11 - Midnight Shift (as Buddy Holly)
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Ritchie Valens

Ritchie Valens - The Story

Tracks:
01. Come On, Let's Go
02. Framed
03. Donna
04. La Bamba
05. Fast Freight
06. Big Baby Blues
07. Dooby Dooby Wah
08. That's My Little Suzie
09. In a Turkish Town
10. Little Girl
11. We Belong Together
12. Blue Birds Over the Mountain
13. Stay Beside Me
14. Cry Cry Cry
15. Paddi-Wack Song
16. Ooh! My Head
17. Hi-Tone
18. Hurry Up
19. Rockin' All Night
20. Bony Maronie
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O dia em que a música morreu

Acidente aéreo que matou Buddy Holly completa 50 anos

No dia 3 de fevereiro de 1958, um acidente aéreo matava os músicos Ritchie Valens, Buddy Holly e JP "The Big Bopper" Richardson, nos Estados Unidos. O episódio foi descrito como "o dia em que a música morreu" pelo cantor Don McLean na canção "America Pie", de 1971.

O avião onde viajavam os três cantores de rock´n´roll que estavam em turnê pelo país caiu pouco após a decolagem em um campo de Iowa. Valens tinha apenas 19 anos, Holly 22 e Richardson, 28. A morte prematura marcou os três cantores definitivamente na história do rock. As mortes ainda são lembradas porque aconteceram numa época em que o rock´n´ roll passava por uma transição. A música de cantores como Chuck Berry, Jerry Lee Lewis e Buddy Holly abria caminho para a invasão britânica da década de 60. A música estava mudando o mundo. O acidente foi um marco nessa mudança.

Ritchie Valens foi um dos primeiros músicos a inserir a influência mexicana no rock. Quem nunca ouviu e cantou a música "La Bamba", que foi gravada poucos meses antes do acidente. O filme "La Bamba", de 1987, retrata o acidente dos cantores.

A carreira de Holly foi curta e influenciou inúmeros artistas que vieram depois. Os Beatles, que formaram a banda na época do acidente, eram fãs antigos. Entre os sucessos de Buddy Holly estão " That´ll Be The Day" e "Peggy Sue".

JP "The Big Bopper" Richardson é frequentemente creditado como o criador do primeiro videoclipe com sua interpretação de "Chantilly Lace" em 1958, décadas antes da MTV.

Ritchie Valens - La Bamba




JP "The Big Bopper" Richardson - Chantilly Lace - O primeiro videoclipe do rock




Buddy Holly - Peggy Sue


Jethro Tull

This Was - 1968


Primeiro álbum dessa fantástica banda de rock progressivo. Minha segunda banda de rock favorita.

Tracks:
1 My Sunday Feeling 3:42
2 Some Day The Sun Won't Shine For You 2:49
3 Beggar's Farm 4:20
4 Move On Alone 1:59
5 Serenade To A Cuckoo 6:11
6 Dharma For One 4:16
7 It's Breaking Me Up 5:05
8 Cat's Squirrel 5:44
9 A Song For Jeffrey 3:23
10 Round 0:49

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Pra você, Endo!
Songs For Jeffrey - 1968

My Sunday Feelings - 1970

Buster Keaton

One Week



Direção: Edward F. Cline - Buster Keaton
Roteiro: Edward F. Cline - Buster Keaton
Ano: 1920
Elenco: Buster Keaton/- Sybil Seely/ Joe Roberts/

Setsubun

Oni wa soto! Fuku wa uchi!
Hoje, aqui no Japão, comemora-se o Setsubun, a passagem para uma nova estação do ano. Antigamente, o Japão adotava o calendário chinês. E veio da China a tradição de pedir a sorte no dia 3 de fevereiro, o início da primavera no hemisfério norte. Com a proximidade do ano novo - dia 6, no calendário chinês - , o setsubun promove a limpeza da casa e da alma. Por isso, todos os membros da família devem participar do mamekaki, literalmente, lançamento de grãos. Em casa, o chefe da família veste uma máscara de demônio e as outras pessoas jogam soja em cima dele, enquanto gritam "Oni wa soto! Fuku wa uchi!", ou seja, "Demônios, fora! Sorte, dentro!". (ou venha, sorte!). É tradição também comer a quantidade de grãos de soja equivalente à sua idade. Segundo a tradição, quem faz isso tem saúde por todo o ano. Cada região do Japão tem suas tradições para esse dia, em alguns lugares costuma-se comer sardinha e colocar a cabeça do peixe na porta, para espantar os demônios.

Festival Setsubun de Shizuoka


Mamekaki

Van Morrison

It´s Too Late To Stop Now - 1974


It´s Too Late To Stop Now é uma ótima oportunidade para quem ainda não conhece a música desse irlandês baixinho, gorducho, careca e beberrão, mas que é dono de uma das mais belas vozes do rock.

Download disc 1 disc 2

senha para descompactar os arquivos : jajaah.blogspot.com

Caravan





Para ouvir saboreando uma Guinness

Um Estranho no Ninho - 1975

Jack Nicholson - Magnífico!



Um condenado passa por louco para conseguir a transferência para um manicômio. Lá ele faz amizade com os internos e os incentiva a agir de forma independente, ganhando também a inimizade da enfermeira-chefe. Dirigido por Milos Forman (O Mundo de Andy) e com Jack Nicholson, Louise Fletcher, Danny DeVito e Christopher Lloyd no elenco. Vencedor de 5 Oscars.
Sinopse
Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson), um prisioneiro, simula estar insano para não trabalhar e vai para uma instituição para doentes mentais, onde estimula os internos a se revoltarem contra as rígidas normas impostas pela enfermeira-chefe Ratched (Louise Fletcher). Mas ele não tem idéia do preço que irá pagar por desafiar uma clínica "especializada".

Premiações
- Ganhou 5 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Jack Nicholson), Melhor Atriz (Louise Fletcher) e Melhor Roteiro Adaptado. Foi ainda indicado em outras 4 categorias: Melhor Ator Coadjuvante (Brad Dourif), Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora.

- Ganhou 6 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Jack Nicholson), Melhor Atriz - Drama (Louise Fletcher), Melhor Revelação Masculina (Brad Dourif) e Melhor Roteiro.

- Ganhou 6 BAFTA, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Jack Nicholson), Melhor Atriz (Louise Fletcher), Melhor Ator Coadjuvante (Brad Dourif) e Melhor Edição. Foi indicado ainda nas categorias de Melhor Fotografia, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.

- Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Americano


Curiosidades
- A história do livro no qual se baseou Um Estranho no Ninho foi escrita por Ken Kesey tendo como base suas próprias experiências quando trabalhou no centro psiquiátrico Agnew, localizado em San Jose, na Califórnia.

- Ken Kesey, autor do livro o qual Um Estranho no Ninho foi baseado, certa vez declarou que nunca assistiria o filme dirigido por Milos Forman.

- Durante muitos anos os direitos autorais para o cinema do livro de Ken Kesey pertenceram ao ator Kirk Douglas, que terminou cedendo-os ao seu filho Michael, um dos produtores do filme.

- Quando comprou os direitos para o cinema do livro de Ken Kesey era intenção de Kirk Douglas que ele mesmo protagonizasse o filme. Porém, como o filme demorou a sair do papel, Douglas terminou abrindo mão do personagem por considerar-se muito velho para o personagem.

- O personagem Randle Patrick McMurphy foi originalmente oferecido a James Caan, que recusou o papel.

- Existem rumores de que Jack Nicholson sumira dois meses antes do início das filmagens de Um Estranho no Ninho e apenas foi encontrado no início das filmagens, quando o restante do elenco chegou ao hospital psiquiátrico onde o filme seria rodado e lá encontrou o próprio Nicholson, que vivera ali internado como se fosse um paciente, como preparação para o personagem.

- Um Estranho no Ninho foi o primeiro filme dos atores Brad Dourif, Christopher Lloyd, Will Sampson, Tim McCall e Dean R. Brooks.

- Vários dos extras que trabalharam em Um Estranho no Ninho são realmente doentes mentais.

- Este é o 1º de 5 filmes em que Jack Nicholson e Anjelica Huston atuaram juntos. Os demais foram O Último Magnata (1976), O Destino Bate à Sua Porta (1981), A Honra do Poderoso Prizzi (1985) e Acerto Final (1995).

- Um Estranho no Ninho foi o segundo filme na história a ganhar os cinco principais prêmios do Oscar. Apenas outros dois filmes conseguiram igualar tal façanha: Aconteceu Naquela Noite (1934) e O Silêncio dos Inocentes (1991).

Ficha Técnica
Título Original: One Flew Over the Cuckoo's Nest
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 129 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1975
Estúdio: Fantasy Films / N.V. Zvaluw
Distribuição: United Artists
Direção: Milos Forman
Roteiro: Bo Goldman e Lawrence Hauben, baseado em livro de Ken Kesey
Produção: Michael Douglas e Saul Zaentz
Música: Jack Nitzsche
Direção de Fotografia: Haskell Wexler
Desenho de Produção: Paul Sylbert
Direção de Arte: Edwin O'Donovan
Figurino: Aggie Guerard Rodgers
Edição: Sheldon Kahn e Lynzee Klingman


Elenco
Jack Nicholson (Randle Patrick McMurphy)
Louise Fletcher (Enfermeira Mildred Ratched)
William Redfield (Harding)
Michael Berryman (Ellis)
Peter Brocco (Coronel Matteson)
Dean R. Brooks (Dr. John Spivey)
Alonzo Brown (Miller)
Mwako Cumbuka (Warren)
Danny DeVito (Martini)
William Duell (Jim Sefelt)
Josip Elic (Bancini)
Lan Fendors (Enfermeira Itsu)
Christopher Lloyd (Taber)
Sydney Lassick (Charlie Cheswick)
Will Sampson (Chefe Bromden)
Scatman Crothers
Anjelica Huston
Vincent Schiavelli

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Trailer

The Who

The Who- Ultimate Collection


Uma das maiores bandas de rock de todos os tempos


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disc 1
disc 2

Behind Blue Eyes


Frank Sinatra & Tom Jobim

Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim - 1967





Tracks:

1 "The Girl from Ipanema" (Antonio Carlos Jobim, Norman Gimbel, Vinícius de Moraes) – 3:00
2 "Dindi" (Ray Gilbert, Jobim, Aloysio de Oliveria) – 3:25
3 "Change Partners" (Irving Berlin) – 2:40
4 "Quiet Nights of Quiet Stars" (Jobim, Gene Lees) – 2:45
5 "Meditation" (Jobim, Gimbel, Newton Mendonça) – 2:51
6 "If You Never Come to Me (Inútil Paisagem)" (Jobim, Gilbert, de Oliveira) – 2:10
7 "How Insensitive" (Jobim, Gimbel, de Moraes) – 3:15
8 "I Concentrate on You" (Cole Porter) – 2:32
9 "Baubles, Bangles and Beads" (Robert C. Wright, George Forrest, Alexander Borodin) – 2:32
10 "Once I Loved (O Amor em Paz)" (Jobim, Gilbert, de Moraes) – 2:37


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The Girl From Ipanema


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

E por vezes




E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos

E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes ah por vezes
num segundo se evocam tantos anos.


David Mourão-Ferreira

Eva Cassidy

Live At Blues Alley - 1996


'Eva Marie Cassidy' morreu prematuramente, em novembro de 1996, aos 33 anos, vítima de câncer. Foi uma cantora norte-americana de vários estilos musicais: jazz, blues, folk, gospel e pop music. Apesar de tímida, era dona de voz expressiva e intérprete única que comovia como o fez com Sting, que espantou-se ao ouvir sua canção ‘Fields of Gold’ cantada por ela. Eva era desconhecida fora de Washington, DC e Maryland, cidades onde nasceu e morreu, mas foi protagonista, com o lançamento de seu álbum ‘American Tune’, em 2003, da mais memorável carreira póstuma. Em janeiro de 1996, Eva gravou 'Live At Blues Alley', seu primeiro disco, não satisfeita com o resultado, entrou no estúdio e gravou 'Eva By Heart', lançado postumamente um ano depois. Em julho descobriu que um câncer estava devastando o seu corpo. Em setembro, usando muletas para chegar até o palco, fez sua última apresentação para amigos e admiradores cantando 'What A Wonderful World'.


Tracklist

01. Cheek to Cheek
02. Stormy Monday
03. Bridge over Troubled Water
04. Fine and Mellow
05. People Get Ready
06. Blue Skies
07. Tall Trees in Georgia
08. Fields of Gold
09. Autumn Leaves
10. Honeysuckle Rose
11. Take Me to the River
12. What a Wonderful World
13. Oh, Had I a Golden Thread

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Autum Leaves

Diana Krall

The Look of Love



Tracks:

1- Maybe You'll Be There
2- The Night We Called It a Day
3- Besame Mucho
4- I Remember You
5- I Get Along Without You Very Well
6- Dancing in the Dark
7- The Look of Love
8- Cry Me a River
9- Love Letters
10- S Wonderful

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The Look Of Love

Um Dia de Cão - 1975

Al Pacino em um de seus mais brilhantes momentos


O diretor Sidney Lumet (Rede de Intrigas) leva às telas a história de dois ladrões que planejaram realizar um assalto a banco que durasse apenas 10 minutos mas que, 10 horas depois, ainda permaneciam no banco cercados pela polícia, pela imprensa e pelos curiosos de plantão. Com Al Pacino. Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original.
Sinopse-
Em agosto de 1972 um assalto em um banco no Brooklyn chama a atenção da mídia e transforma-se em um show com uma enorme audiência. Era um roubo que teoricamente duraria apenas dez minutos, mas após várias horas os assaltantes estavam ainda cercados com reféns dentro do banco. Sonny (Al Pacino), o líder dos assaltantes, planejou conseguir dinheiro para Leon (Chris Sarandon), seu amante homossexual, fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Enquanto tudo se desenrola a multidão apóia e aplaude as declarações de Sonny e fica contrária ao comportamento da polícia.
Premiações- Ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original, além de ter sido indicado em outras 5 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Al Pacino), Melhor Ator Coadjuvante (Chris Sarandon) e Melhor Edição.- Recebeu 7 indicações ao Globo de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator (Al Pacino), Melhor Ator Coadjuvante (John Cazale e Charles Durning), Melhor Roteiro e Melhor Revelação Masculino (Chris Sarandon).-
Ganhou 2 prêmios no BAFTA, nas categorias de Melhor Ator (Al Pacino) e Melhor Edição, além de ter sido indicado em outras 4 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Roteiro.
Curiosidades- A conversa que os personagens de Al Pacino e Chris Sarandon têm ao telefone foi toda improvisada pelos atores.- Um Dia de Cão não tem trilha sonora em momento algum do filme.

Ficha Técnica
Título Original: A Dog Day Afternoon
Gênero: Policial
Tempo de Duração: 120 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1975
Estúdio: Artists Entertainment Complex
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Sidney Lumet
Roteiro: Frank Pierson, baseado em artigo de P.F. Kluge e Thomas Moore
Produção: Martin Bregman e Martin Elfand
Fotografia: Victor J. Kemper
Desenho de Produção: Charles Bailey
Direção de Arte: Douglas Higgins
Figurino: Anna Hill Johnstone
Edição: Dede Allen e Angelo Corrao


Elenco
Al Pacino (Sonny Wortzik)
Penelope Allen (Sylvia)
Sully Boyar (Mulvaney)
John Cazale (Sal)
Beulah Garrick (Margaret)
Carol Kane (Jenny)
Sandra Kazan (Deborah)
Marcia Jean Kurtz (Miriam)
Amy Levitt (Maria)
John Marriott (Howard)
Estelle Omens (Edna)
Gary Springer (Stevie)
James Broderick (Sheldon)
Charles Durning (Moretti)
Carmine Foresta (Carmine)
Lance Henriksen (Murphy)
Chris Sarandon (Leon Shermer)

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Pablo Neruda


Amigo

Amigo, leva o que quiseres,
penetra teu olhar nos recantos,
e se assim o desejas, te dou minha alma inteira,
com suas brancas avenidas e suas canções.
Amigo, com a tarde faz que se vá
este inútil e velho desejo de vencer.
Bebe em meu cântaro se tens sede.
Amigo, com a tarde faz que se vá
este desejo meu de que toda a roseira me pertença.
Amigo, se tens fome come de meu pão.

Tudo, meu amigo, fiz para ti, Tudo isto
que sem ver verás em minha estância nua:
tudo isto que se eleva pelos muros direitos
- como meu coração - sempre buscando altura.

Sorris, amigo. Que importa! Ninguém sabe
entregar nas mãos o que se leva por dentro,
mas eu te dou minha alma, ânfora de méis suaves,
e tudo te dou... Menos aquela recordação...
...Que em minha fazenda vazia aquele amor perdido
é uma rosa branca que se abre em silêncio...

Vinil na veia

Para aqueles que ainda são apaixonados pelos velhos discos de vinil

Whish You Were Here - Pink Floyd - 1975


Para o meu amigo Spock

Lombo recheado


Confira outras receitas aqui

Mário Quintana


Os Parceiros

Sonhar é acordar-se para dentro:
de súbito me vejo em pleno sonho
e no jogo em que todo me concentro
mais uma carta sobre a mesa ponho.

Mais outra! É o jogo atroz do Tudo ou Nada!
E quase que escurece a chama triste...
E, a cada parada uma pancada,
o coração, exausto, ainda insiste.

Insiste em quê?Ganhar o quê? De quem?
O meu parceiro...eu vejo que ele tem
um riso silencioso a desenhar-se

numa velha caveira carcomida.
Mas eu bem sei que a morte é seu disfarce...
Como também disfarce é a minha vida!

Mário Quintana
Soneto nº1 de 'A rua dos Cataventos'

O Homem Elefante - 1980

Uma história real
O diretor David Lynch (A Estrada Perdida) leva às telas a história de um homem que nasceu com uma deformidade física e que é explorado como atração circense. Com Anthony Hopkins, John Hurt, Anne Bancroft e John Gielgud. Recebeu 8 indicações ao Oscar.

Sinopse
A história de John Merrick (John Hurt), um desafortunado cidadão da Inglaterra vitoriana que era portador do caso mais grave de neurofibromatose múltipla registrado, tendo 90% do seu corpo deformado. Esta situação tendia fazer com que ele passasse toda a sua existência se exibindo em circos de variedades como um monstro. Inicialmente era considerado um débil mental pela sua dificuldade de falar, até que um médico, Frederick Treves (Anthony Hopkins), o descobriu e o levou para um hospital. Lá Merrick se liberou emocionalmente e intelectualmente, além de se mostrar uma pessoa sensível ao extremo, que conseguiu recuperar sua dignidade. Neste momento da sua vida Sra. Kendal (Anne Bancroft), uma grande atriz, foi bem importante para Merrick, que por motivos óbvios tinha um grande problema em ver seu rosto, tanto que no hospital era terminantemente proibido que houvesse qualquer espelho próximo a John. Sra. Kendal soube como poucos fazer Merrick recuperar sua auto-estima, pois ela era realmente uma amiga dele, enquanto alguns membros da sociedade londrina iam visitá-lo só por "estar na moda". Mas por ter dois "anjos da guarda", Treves e Kendal, o drama de Merrick sensibilizou até a coroa britânica, que pediu que Merrick fosse amparado para sempre, pois haviam pessoas que eram contra a sua permanência no hospital, pois ele era um caso incurável

Ficha Técnica
Título Original: The Elephant Man
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 118 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1980
Estúdio: Brooksfilms Inc.
Distribuição: Paramount Pictures
Direção: David Lynch
Roteiro: Christopher De Vore, Eric Bergren e David Lynch, baseado em livro de Sir Frederick Treves e Ashley Montagu
Produção: Jonathan Sanger
Música: John Morris
Fotografia: Freddie Frances
Desenho de Produção: Stuart Craig
Direção de Arte: Robert Cartwright
Figurino: Patricia Norris
Edição: Anne V. Coates
Efeitos Especiais: Effects Associates Ltd.


Elenco
Anthony Hopkins (Dr. Frederick "Freddie" Treves)
John Hurt (John Merrick)
Anne Bancroft (Sra. Kendal)
John Gielgud (Carr Gomm)
Freddie Jones (Bytes)
Hannah Gordon (Anne Treves)
Helen Ryan (Princesa Alex)
John Standing (Dr. Fox)
Lesley Dunlop (Nora)
Phoebe Nicholls (Mãe de John Merrick)
Michael Elphick
Wendy Hiller

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Dry Martini

O Rei dos coquetéis


Uma dose de gin e cinco gotas de vermouth ou duas doses de gin e uma de vermouth? Limão ou azeitona? A discussão sobre a receita original do Dry Martini - o drink mais clássico e pedido do mundo - tem a idade do próprio. Há duas versões para a criação do famoso drink. A primeira, datada de 1860, conta que o barman Jerry Thomas, De San Francisco, na Califórnia, para animar um cliente prestes a sair para uma viagem de 35 Km até o vilarejo de Martinez, teria misturado Gin e Vermouth. Apelidado de The Martinez, o coquetel logo se transformaria em Dry Martini. A segunda, conta que o barman Martini de Armatiggia, do bar do Knickerboker Hotel, em Nova York, para atender a um pedido do magnata americano John D. Rockefeller, que desejava algo simples mas diferente, teria feito a mistura de gin e vermouth. A partir daí, a mistura ganhou o mundo como um coquetel excitante, com sabor de viagem, mas sempre deixando dúvidas quanto à dosagem correta das bebidas.

A polêmica sobre a sua receita original é tão grande que, em uma de suas passagens pelo célebre Harry’s Bar, de Veneza, o escritor americano Ernest Hemingway se saiu com a seguinte tirada: “Se algum dia você vier a se perder na selva africana, nada de desespero. Sente-se sobre uma pedra e comece a preparar um Dry Martini. Eu garanto: em menos de 5 minutos vai aparecer alguém dizendo que a dosagem de gin e vermouth está errada”. Sou obrigado a concordar com Hemingway- só não sei onde iria conseguir bebida na selva africana -, pois já li tanta receita de Dry Martini, que fica difícil saber qual é a correta, se é que existe uma receita certa.

James Bond, o agente 007, degustava nos filmes uma variante da bebida, com vodca e vermouth, o Vodca Martini, e sempre batido, não mexido. Eu também prefiro batido, tanto o Vodca martini quanto o Dry.

Receita de Dry Martini segundo a International Bartenders Association:

Ingredientes:


- 55 ml de Gin
- 15 ml de Dry Vermouth (Seco)
- Casca de limão
- Gelo
Modo de Preparo:

- Coloque todos os ingredientes em um mixing glass com cubos de gelo.
- Mexa bem e use um coador para despejar o conteúdo em um Martini Glass resfriado de preferência.
- Esprema um pouco do sumo da casca do limão sobre a superfície do drink e utilize uma azeitona verde como guarnição.

Já preparei Dry Martini e Vodka Martini com diferentes marcas de bebidas, mas as minhas preferidas são o gin inglês Gordon´s, o vermouth francês Noilly Prat Original Dry e a vodca Smirnoff Premium. Para o twist de limão uso sempre o siciliano - já fiz com outros tipos de limão e não fica bom.
O vídeo abaixo é para aqueles que ainda insistem em dizer que James Bond só tomava Dry Martini

Dali Atômico

Salvador Dali - Philippe Halsman

Foto do tempo em que não havia programas de edição de imagem





O fotógrafo Philippe Halsman precisou de 26 tentativas durante cinco horas para conseguir essa imagem, em 1948.

O pintor Salvador Dali pulou. Cada gato foi jogado por um assistente. Um deles atirou a água de um balde ( a curva descrita pelo líquido é sensacional).

A esposa do fotógrafo cuidou da cadeira.

A expressão facial de Dali é ótima.

Minha foto preferida de Salvador Dali

Um Cão Andaluz - 1928

Surrealismo


Um Cão Andaluz é considerado um dos filmes mais chocantes, supreendentes e revolucionários da história do cinema. O filme de estreia do cineasta espanhol Luis Buñuel, em parceria com o pintor surrealista Salvador Dali, foi realizado na França, em 1928. Em apenas 17 minutos Buñuel e Dali despejam uma série de sequências de cenas absurdas e sem ligação aparente, como num sonho a se fundir com a realidade. Questões ligadas ao machismo, ao feminismo, à ultrapassagem da fase infantil em direção à sexualidade, bem como a repressão sexual, são sempre abordadas entre imagens produzidas pelo subconsciente e a realidade nas complicadas relações entre um casal. Buñuel e o catalão Salvador Dalí, seu amigo de adolescência, combinaram que colocariam em imagens seus delírios criativos, desde que entrassem no roteiro apenas as sugestões que alcançassem um consenso. Em um depoimento, Buñuel diz que "Um Cão Andaluz" nasceu da confluência de um sonho seu com um outro de Dalí. Os dois sonhos não tinham nenhuma relação entre si, mas os dois acharam interessante poder uni-los sem dar satisfação à ninguém . "Escrevemos este roteiro em menos de uma semana e seguimos uma regra muito simples: não aceitar ideia ou imagem alguma que pudesse dar lugar a uma explicação racional, psicológica ou cultural. Abrir todas as portas ao irracional. Não admitir nada além das imagens que nos impressionavam, sem tratar de averiguar os porquês. Em nenhum momento houve desentendimento entre nós. Um sugeria uma ideia que quando era aceita não era discutida e quando não era aceita era esquecida para sempre".Entre as sequências que causaram indignação estão a que exibe uma dupla de padres amarrada a dois pianos sobre os quais estavam colocados asnos mortos e cobertos de sangue, a que mostra um homem acariciando de forma violenta os seios de uma mulher e sobretudo a cena em que o próprio Buñuel mutila com uma navalha um dos olhos, que seriam da atriz Mareuil. Baseado num conceito surrealista, "uma navalhada no olho da sociedade", esta cena clássica de uma navalha cortando o olho de uma mulher logo na primeira parte do filme, marcou época como uma das mais impressionantes do cinema. Um filme extremamente perturbador e chocante, que não é para qualquer estômago.

17 min
1928
FRANÇA
Direção: Luís Buñuel
Roteiro: Luís Buñuel e Salvador Dalí
Elenco: Pierre Batchef, Simone Mareuil, Luis Buñuel, Lya Lis, Max Ernest, Germaine Noizet.Salvador Dalí, Robert

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Cidadão Kane - 1941

O clássico dos clássicos

Rosebud...

O filme Cidadão Kane, dirigido e protagonizado por Orson Welles, tem sido considerado por grande parte da crítica especializada como o maior filme de todos os tempos. Um filme que marcou sua época devido às inovações nas técnicas narrativas e nos enquadramentos cinematográficos. O filme começa com o protagonista já morto, mudando a cronologia dos fatos e segue contando a história em flashback, recurso inédito no cinema até então. A cenografia mostra pela primeira vez o teto dos ambientes.
Venceu o Oscar de 1942 na categoria de melhor roteiro original e foi indicado para as categorias de melhor ator (Orson Welles), melhor direção de arte preto e branco, melhor fotografia preto e branco, melhor diretor, melhor montagem, melhor trilha sonora, melhor filme e melhor som.

Sinopse

Cidadão Kane é supostamente baseado na vida do magnata dojornalismo William Randolph Hearst (publicamente, Welles negava), e conta a história de Charles Foster Kane, um menino pobre que acaba se tornando um dos homens mais ricos do mundo. O filme inicia com a sua morte, quando se pronuncia a palavra Rosebud, que acaba levando um jornalista a investigar a vida de Kane para descobrir o sentido da palavra. Entrevistando pessoas do passado de Kane, o jornalista mergulha na vida de um homem solitário, que desde a infância é obrigado a seguir a vontade alheia. Ninguém a seu redor importa-se com Kane, que busca por meio da aquisição de bens e pessoas encontrar a infância perdida.
Curiosidade - É a estreia no cinema da atriz Agnes Moorehead, que popularizou-se no mundo todo a partir de 1964, quando viveu a engraçada e malévola Endora no seriado "A Feiticeira".

Elenco

Orson Welles.... Charles Foster Kane
Joseph Cotten.... Jedediah Leland
Dorothy Comingore .... Susan Alexander
Agnes Moorehead.... srta. Mary Kane
Ruth Warrick .... Emily Norton Kane
Ray Collins .... James "Jim" W. Gettys
Erskine Sanford .... Herbert Carter
Everett Sloane .... Bernstein
William Alland .... Jerry Thompson
Paul Stewart .... Raymond
George Coulouris .... Walter Parks Thatcher
Fortunio Bonanova .... Matiste
Georgia Backus .... Bertha

FICHA TÉCNICA
Título Original: Citizen Kane
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 119 min
Ano de Lançamento: 1941
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 380 mb


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parte 1
parte 2

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Petit Gâteau

Coloque "comer chocolate" no topo da sua lista de coisas para fazer. Desse modo, pelo menos uma você fará.

Receitinha de Petit Gâteau ao som de Edith Piaf

Caetano Veloso e Chico Buarque

Caetano & Chico - Juntos e Ao Vivo - 1972


Caetano Veloso
"Este foi tudo rápido. A idéia foi de um cara, Roni, dono de uma loja de discos em Salvador onde a Gal Costa trabalhava como vendedora. Ele arranjou tudo. Aí eu disse para o Chico que ele deveria cantar 'Com Açúcar e com Afeto', que era uma coisa de mulher. Ele disse que tinha uma melhor, uma história homossexual de duas mulheres e cada um faria uma, 'Bárbara'. Tem uma obra prima, 'Deus Dará', um sucesso nacional. 'Tem Você Não Entende Nada' junto com 'Cotidiano', que ficou lindo. O disco fez o maior sucesso."
Jornal do Brasil – 16/05/91
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Programa Chico & Caetano - Rede Globo 1986

The Velvet Underground

The Velvet Underground & Nico - 1967



The Velvet Underground & Nico, mais conhecido com o disco da banana, é o álbum de estreia da de rock norte-americana The Velvet Underground, lançado originalmente no lisérgico ano de 1967. Este álbum ganhou notoriedade por suas sensibilidades experimentalistas e pelo foco de suas composições ser geralmente material controverso, como na canção Heroin (Heroin, it's my wife and it's my life, ha-ha...). Embora relativamente um fracasso comercial no lançamento, desde então tem sido considerado um dos álbuns de rock mais influentes e criticamente bem-sucedidos da história, aparecendo em 13º na lista dos "500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos" feita pela revista Rolling Stone. Reza a lenda que apenas mil pessoas ouviram The Velvet Underground, mas cada uma delas montou uma banda de rock.

Além de Lou Reed (vocal e guitarra),John Cale (baixo, guitarra, teclado), Sterling Morrison (baixo, guitarra) e Maureen Tucker (bateria), o disco conta com a participação impactante da cantora e modelo europeia Nico. O artista plástico Andy Warhol, patrocinador e criador da famosa banana da capa do disco, também foi o responsável pela participação de Nico na banda. O momento supremo do disco é sem dúvida a faixa Heroin, com seu clima mórbido e sufocante, cantada por Lou Reed, mas Nico, com sua belíssima (e estranha) voz, protagoniza alguns dos melhores momentos do álbum. Um disco que não pode faltar em nenhuma boa coleção de clássicos do Rock.

Track list:
1. Sunday Morning 2:53
2. I'm Waiting for the Man 4:36
3. Femme Fatale 2:37
4. Venus in Furs 5:08
5. Run Run Run 4:18
6. All Tomorrow's Parties 5:57
7. Heroin 7:09
8. There She Goes Again 2:38
9. I'll Be Your Mirror 2:08
10. The Black Angel's Death Song 3:11
11. European Son 7:44

I'll Be Your Mirror

Stanley Jordan

Magic Touch - 1984



No encarte desse disco há um aviso um tanto estranho: 'Não seja enganado pelo o que o seus ouvidos estão escutando. Apenas um guitarrista está tocando. Não há efeitos especiais. É difícil entender isso na primeira audição, mas há duas guitarras independentes em todas as faixas.'

Essa introdução deixa bem claro sobre o que esse disco representa para o jazz e a guitarra.Stanley Jordan tocava nas ruas de Nova York quando foi descoberto. Sua técnica de tocar duas guitarras ao mesmo tempo, uma base e outra solo, deve-se muito aos anos que estudou piano. Todo esse talento pode ser conferido no primeiro disco do guitarrista, Magic Touch. O álbum foi produzido por Al DiMeola, outra fera da guitarra.

Jordan aparece com quatro composições próprias. Entre elas, a bela melodia de 'All The Children', a funk 'Fundance' e 'New Love', que lembra as composições de Pat Metheny no início dos anos 80, mas são nas versões que o guitarrista surpreende. O disco começa com uma versão arrasadora de 'Eleanor Rigby' dos Beatles. Depois passa pelo blues em 'Freddie Freeloader', originalmente composta por Miles Davis. Para fechar a área jazz, ele recria a obra-prima de Thelonious Monk, 'Round Midnight'.

Na música pop ou rock, o guitarrista não faz feio também. É claro que, em um disco de guitarrista, não poderia faltar uma música de Jimi Hendrix. A escolhida foi a balada 'Angel'. Para completar, o maior sucesso comercial de Jordan até hoje, 'The Lady in My Life', que faz parte do álbum Thriller de Michael Jackson, e é considerada um padrão definitivo para o gênero conhecido como jazz contemporâneo.

Tracks:

1 - Eleanor Rigby

2 - Freddie Freeloader

3 - 'Round Midnight

4 - All the Children

5 - The Lady in My Life

6 - Angel

7 - Fundance

8 - New Love

9 - Return Expedition

10 - A Child Is Born


The Lady in My Life


Laranja Mecânica - 1971


Meu primeiro post de cinema tinha que ser com um filme do genial diretor Stanley Kubrick.
"Stanley era o grande mestre do cinema. Ele nunca copiou ninguém, ao passo que todos nós lutávamos por imitá-lo", palavras de Steven Spielberg, discípulo e admirador confesso de Kubrick.

Sinopse:
A partir de um best-seller de Anthony Burgess, Stanley retrata a violência sem objetivo dos jovens combatida pelo autoritarismo sem freios do Estado e faz um painel assustador da sociedade européia e do próprio mundo moderno. Alex (Malcolm McDowell, de Se... e A Marca da Pantera) faz parte de um grupo de adolescentes praticantes da ultraviolência. No início do filme é mostrada toda sua bestialidade, ao invadirem um lar e barbarizarem Frank Alexander (Patrick Magee, de Carruagens de Fogo e O Telefone) e sua mulher (Adrienne Corri, de O Circo dos Vampiros). Quando Alex é preso, as autoridades lhe oferecem uma opção para escapar de longa sentença: submeter-se a um tratamento que lhe fará sentir insuportável aversão diante de qualquer cena ou ato violento. Por engano, a terapia acaba incutindo-lhe também repulsa à música de Beethoven, que adorava. Alex é libertado, mas se tornou incapaz de reagir à brutalidade do seu ambiente. Isto faz dele uma vítima fácil não apenas das gangs, mas também da vingança de Frank Alexander, que jamais se conformou com os maus tratos sofridos por ele e a esposa.

Elenco:
Malcolm McDowell (Alex DeLarge)
Patrick Magee (Frank Alexander)
Michael Bates (Chefe Barnes)
Warren Clarke (Dim)
Adrienne Corri (Sra. Alexander)
Carl Duering (Dr. Brodsky)
Paul Farrell (Tramp)
Clive Francis (Lodger)
Michael Glover (Diretor do presídio)
James Marcus (Georgie)
Aubrey Morris (P.R. Deltoid)
Godfrey Quigley (Chaplain)

Dados do Arquivo:
Tamanho: 391 Mb
Formato: RMVB
Idioma: Inglês(Legendado)
Qualidade: DVDRip

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Wynton Marsalis

Standard Time Vol.01 - 1986


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Standard Time Vol.02 - Intimacy Calling - 1991



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Caravan - 1988

Fonseca


Fonseca é um puro que não costuma figurar entre as grandes marcas de charuto, mas que, na minha modesta opinião, não deixa nada a desejar. Para quem gosta de um charuto apertado, de sabores e aromas médios, o Fonseca No.1 (162 x 17,46 mm.) é uma boa pedida. Vale conferir essa pequena jóia. Além da sua qualidade, é o único Havano do mercado que vem envolvido num fino e transparente papel de seda, detalhe diferenciador desta marca e um deleite a mais para os apreciadores de charuto.
Eu e meu amigo Mateuchev, apreciador de bons puros e futuro colaborador deste blog, degustamos os Fonseca No.1 aí da foto acompanhados de um single malt Highland Park 12 anos. Há quem torça o nariz para a mistura, mas nós gostamos. Com caipirinha também é muito bom.
Boas baforadas e até mais.
Work Song para embalar a noite

Arte - A Grande Onda de Kanagawa - Kanagawa oki nami ura

Katsushika Hokusai

A Grande Onda de Kanagawa é uma das obras mais célebres do pintor japonês Katsushika Hokusai (1760-1849), o artista oriental mais valorizado e influente do mundo. Hokusai é mestre do Ukiyo-e ("retrato do mundo flutuante"), conhecido também como estampa japonesa, um estilo de pintura desenvolvido no Japão ao longo do período Edo (1603-1867). Esse estilo de pintura influenciou profundamente a arte no Ocidente a partir da segunda metade do século XIX, criando o termo conhecido como Japonismo. Pintores como Monet, Manet, Van Gogh, Gauguin, Seurat, Degas, Bonnard, Mucha e Whistler foram os mais influenciados pela arte japonesa. Muitos aspectos de movimentos artísticos como o Impressionismo e a Art Nouveau não podem ser entendidos sem uma referência aos modelos japoneses.


Ando Hiroshige é outro grande mestre do Ukiyo-e


Thelonious Monk

Monk´s Dream - 1962


Traks:

1 - Monk's Dream
2 - Body and Soul
3 - Bright Mississippi
4 - Five Spot Blues
5 - Bolivar Blues
6 - Just a Gigolo
7 - Bye-Ya
8 - Sweet and Lovely

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Thelonious Monk - Bolivar Blues - Japan, 1963