sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Paraíso Infernal - 1939


Bonnie Lee (Jean Arthur), uma pianista, apaixona-se pelo piloto Geoff Carter (Cary Grant) quando chega à Colômbia. Tudo começa a ficar complicado com a chegada de Bat Kilgallen (Richard Barthelmess), um piloto rejeitado, e sua esposa Judy (Rita Hayworth). Carter não quer contratar Bat, mas Judy, que já foi amante de Geoff em outros tempos, pede uma chance para o marido.

Ficha Técnica:
Título Original: Only Angels Have Wings
Ano: 1939
País: EUA
Gênero:Aventura, Drama, Romance
Duração: 121min
Direção: Howard Hawks
Produção: Howard Hawks
Roteiro: Jules Furthman
Fotografia: Joseph Walker
Música:Dimitri Tiomkin

Elenco:

Cary Grant .... Geoff Carter
Jean Arthur .... Bonnie Lee
Richard Barthelmess .... Bat Kilgallen
Rita Hayworth .... Judy Kilgallen
Thomas Mitchell .... 'Kid' Dabb
Allyn Joslyn .... Les Peters
Sig Ruman .... John "Dutchy" Van Reiter
Victor Kilian .... 'Sparks' Reynolds
John Carroll .... 'Gent' Shelton
Don Barry .... 'Tex' Gordon
Noah Beery, Jr. .... Joe Souther

Curiosidades:
- Richard Barthelmess tinha cicatrizes profundas decorrentes de uma infecção pós cirurgia plástica. Ele desejava usar uma maquiagem pesada, mas Hawks o convenceu a deixar da forma como estava, pois as cicatrizes seriam importantes para seu personagem.
- Foi originalmente intitulada como “Pilot Number 4”.
- Dorothy Comingore e Rochelle Hudson foram testadas para o papel de Judy.
- O filme foi inspirado em uma história real.
- Inspirou a série Tales of the Gold Monkey, de 1983.

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Lee Morgan

Lee Morgan - Indeed! - 1956

Tracks:
1. Roccus
2. Reggie of Chester
3. The Lady
4. Little T (aka The New Message)
5. Gaza Strip
6. Stand By
7. Little T (alternate take)

Personnel:
Lee Morgan (trumpet)
Clarence Sharpe (alto saxophone)
Horace Silver (piano)
Wilbur Ware (bass guitar)
"Philly" Joe Jones (drums)

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Stanley Kubrick - Imagens de Uma Vida - 2001


Este documentário é um tributo ao cineasta norte-americano Stanley Kubrick, dirigido por Jan Harlan, seu companheiro de trabalho em diversos filmes como O Iluminado, Barry Lyndon, De Olhos Bem Fechados e Nascido Para Matar.

Após sua morte em março de 1999, aos 70 anos, amigos e colegas de trabalho falam de seus relacionamentos com o diretor que, embora preferisse viver sozinho, foi presença marcante na vida de diversas pessoas.

Ao todo são cerca de 50 depoimentos de atores, roteiristas, diretores, produtores, equipe técnica em geral e familiares que falam sobre Kubrick. Depoimentos de grandes nomes como Steven Spilberg, Woody Allen e Sydney Pollock podem ser conferidos.

O filme começa com um panorama da infância do diretor e seu precoce interesse pela fotografia, que o levou ao cinema. Todos os 16 filmes de sua carreira são abordados desde Fear and Desire, o primeiro, até De Olhos Bem Fechados, concluído poucos dias antes de sua morte.

Diversas cenas inéditas de filmes caseiros e making offs de seus filmes podem ser vistos neste documentário, como por exemplo, Kubrick ainda criança tocando piano em sua casa.

Stanley Kubrick: Imagens de uma Vida, fala também sobre os projetos idealizados pelo diretor mas que não foram concluídos, como Inteligência Artificial, que o próprio Kubrick pediu para Steven Spielberg dirigir.

Além das entrevistas, os amantes da obra de Kubrick podem acompanhar toda a evolução do processo criativo do diretor, bem como informações sobre sua vida pessoal e a influência de suas experiências em seus filmes.

Título Original: Satnley Kubrick: A Life in Pictures

Gênero: Documentário

Origem/Ano: EUA/2001

Duração: 142 min

Direção: Jan Harlan

Elenco:
Tom Cruise...Narrador
Ken Adam...
Margaret Adams...
Brian Aldiss...
Woody Allen...
Steven Berkoff...
Louis C. Blau...
John Calley...
Milena Canonero...
Wendy Carlos...
Arthur C. Clarke...
Alex Cox...
Allen Daviau...
Ed Di Giulio...
Keir Dullea...
Shelley Duvall...
Anthony Frewin...
Jan Harlan...
James B. Harris...
Michael Herr...
Philip Hobbs...
Irene Kane...
Nicole Kidman ....
Barbara Kroner...
Anya Kubrick...
Christiane Kubrick...
Katharina Kubrick...
Paul Lashmar...
György Ligeti...
Steven Marcus...
Paul Mazursky...
Malcolm McDowell...
Douglas Milsome...
Matthew Modine...
Jack Nicholson...
Tony Palmer...
Alan Parker...
Sydney Pollack...
Richard Schickel...
Martin Scorsese...
Terry Semel...
Alexander Singer...
Steven Spielberg...
Douglas Trumbull ...
Peter Ustinov ...
Leon Vitali ...
Marie Windsor...

Download Parte1 Parte2 Parte3

O Grande Golpe - 1956


Após cumprir uma pena de 5 anos, Johnny Clay (Sterling Hayden) está convencido de que se o ladrão não fizer um plano perfeito ele será preso, independente da quantia. Assim, decide apostar alto e elabora uma complexa trama para assaltar o hipódromo. Se der certo, ele e seus cúmplices ficarão ricos, pois calcula que obterá no assalto 2 milhões de dólares, mas tudo tem que funcionar como engrenagens de uma máquina e basta uma delas não se ajustar para tudo fracassar.

Ficha Técnica:
título original:The Killing
gênero:Policial
duração:01 hs 24 min
ano de lançamento:1956
estúdio:Harris-Kubrick Productions
distribuidora:United Artists
direção: Stanley Kubrick
roteiro:Stanley Kubrick e Jim Thompson, baseado em livro de Lionel White
produção:James B. Harris
música:Gerald Fried
fotografia:Lucien Ballard
direção de arte:Ruth Subotka
figurino:Beaumelle
edição:Betty Steinberg

Elenco:
Sterling Hayden (Johnny Clay)
Coleen Gray (Fay)
Vince Edwards (Val Cannon)
Jay F. Clippen (Marvin Unger)
Ted de Corsia (Randy Kennan)
Marie Windsor (Sherry Peatty)
Elisha Cook Jr. (George Peatty)
Joe Sawyer (Mike O'Reilly)
James Edwards (Atendente do estacionamento)
Timothy Carey (Nikki Arane)
Kola Kwarini (Maurice Oboukhoff)

Download Parte1 Parte2

Roger Waters

Roger Waters - Video Anthology


Tracks:
1. The Pros And Cons Of Hitch Hiking
2. Sexual Revolution
3. Every Stranger's Eyes
4. Radio Waves
5. Sunset Strip
6. The Fish Report With A Beat
7. Four Minutes
8. The Tide Is Turning
9. Another Brick In The Wall (Part II)
10. What God Wants (Part I)
11. Three Wishes
12. Lost Boys Calling
13. Brain Damage

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Estômago - 2008


Raimundo Nonato (João Miguel) foi para a cidade grande na esperança de ter uma vida melhor. Contratado como faxineiro em um bar, logo ele descobre que possui um talento nato para a cozinha. Com suas coxinhas Raimundo transforma o bar num sucesso. Giovanni (Carlo Briani), o dono de um conhecido restaurante italiano da região, o contrata como assistente de cozinheiro. A cozinha italiana é uma grande descoberta para Raimundo, que passa também a ter uma casa, roupas melhores, relacionamentos sociais e um amor: a prostituta Iria (Fabiula Nascimento).


Ficha Técnica:
título original:Estômago
gênero:Drama
duração:01 hs 52 min
ano de lançamento:2008
estúdio:Zencrane Filmes / Indiana Filmes
distribuidora:Downtown Filmes
direção: Marcos Jorge
roteiro:Lusa Silvestre, Marcos Jorge, Cláudia da Natividade e Fabrizio Donvito, baseado em argumento de Lusa Silvestre e Marcos Jorge
produção:Cláudia da Natividade, Fabrizio Donvito e Marcos Cohen
música:Giovanni Venosta
fotografia:Toca Seabra
direção de arte:Jussara Perussolo
figurino:Marisol Grossi
edição:Luca Alverdi

Elenco:
João Miguel (Raimundo Nonato)
Fabiula Nascimento (Iria)
Babu Santana (Bujiú)
Carlo Briani (Giovanni)
Zeca Cenovicz (Zulmiro)
Jean-Pierre Noher (Duque)
Marco Zenni (Vagnão)
Marcel Szymanski (Valtão)
Paulo Miklos (Etecetera)
Helder Clayton Silva (Seqüestro)
Alexander Sil
Tino Viana
Sidy Correa
Rodrigo Ferrarini
Marco Zenni
Andrea Fumagalli
Luiz Brambilla
Dieizol Mottalvan Tuir
Ed Canedo
Adriano Carvalhaes
Nawbert Cordeiro
Vantuir Jorge
Altamar Cezar
Lilian Marchiori
Alaor de Carvalho
Pedro Moreira
Junior Costa
Max Olsen

curiosidades:
- Estréia de Marcos Jorge como diretor de longa-metragens de ficção;

- O filme marca a utilização de um acordo de co-produção Brasil-Itália que existe desde 1974, mas que nunca havia sido utilizado. A produtora executiva Cláudia da Natividade levou um ano para elaborar e formalizar o contrato entre a brasileira Zencrane Filmes e a italiana Indiana Filmes;

- A história é inspirada no conto "Presos pelo Estômago", do livro "Pólvora, Gorgonzola e Alecrim", de Lusa Silvestre;

- As filmagens aconteceram durante 5 semanas, nas cidades de Curitiba e São Paulo. Toda a finalização do filme aconteceu na Itália, em Milão e Roma;

- Teve como locação o presídio do Ahú, em Curitiba;

- Como grande parte da história se passa dentro de uma prisão, Luís Mendes Jr. foi contratado como consultor de vida e comportamento no presídio. Ele entrou na prisão aos 19 anos, semi-analfabeto, e saiu 30 anos depois, como escritor e cronista afirmado;

- Exibido na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2007.

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sábado, 4 de setembro de 2010

Diários de Motocicleta - 2004


Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem estudante de Medicana que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Pichu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.

Ficha Técnica:
título original:The Motorcycle Diaries
gênero:Drama
duração:02 hs 08 min
ano de lançamento:2004
estúdio:Southfork Pictures / FilmFour / Tu Vais Voir Productions / Senator Film Produktion GmbH
distribuidora:Buena Vista International
direção: Walter Salles
roteiro:Jose Rivera, baseado nos livros de Che Guevara e Alberto Granado
produção:Michael Nozik, Edgard Tenenbaum e Karen Tenkhoff
fotografia:Eric Gautier
direção de arte:Laurent Ott
figurino:Beatriz de Benedetto e Marisa Urruti
edição:Daniel Rezende

Elenco:
Gael García Bernal (Che Guevara - jovem)
Susana Lanteri (Tia Rosana)
Mía Maestro (Chichina Ferreyra)
Mercedes Morán (Celia de la Serna)
Jean Pierre Nohen (Ernesto Guevara Lynch)
Rodrigo de la Serna (Alberto Granado)
Gustavo Pastorini (Passageiro)
Jaime Azócar
Ulises Dumont
Facundo Espinosa

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Kenny Dorham

Kenny Dorham - Una Mas - 1963

Tracks:
1 - Una Mas (One More Time)
2 - Straight Ahead
3 - Sao Paolo
4 - If Ever I Would Leave You (bonus track)

Credits:
Kenny Dorham (trumpet)
Joe Henderson (tenor saxophone)
Herbie Hancock (piano)
Butch Warren (bass)
Tony Williams (drums)

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Donald Byrd

Donald Byrd - A New Perspective - 1963
Tracks:
01. Elijah
02. Beast Of Burden
03. Cristo Redentor
04. The Black Disciple
05. Chant

Donald Best - Vocals (bckgr), Vibraphone
Bob Blumenthal - Liner Notes
Kenny Burrell - Guitar
Donald Byrd - Trumpet
Michael Cuscuna - Reissue Producer
Herbie Hancock - Piano
Nat Hentoff - Liner Notes
Lex Humphries - Synthesizer, Drums
Alfred Lion - Producer
Reid Miles - Design, Photography, Cover Photo
Hank Mobley - Sax (Tenor)
Duke Pearson - Piano, Arranger
Coleridge-Taylor Perkinson - Voices, Vocal Director
Rudy Van Gelder - Engineer, Remastering, Digital Remastering
Butch Warren - Bass
Francis Wolff - Liner Note Graphics

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Manuel Bandeira



Manuel Bandeira (Recife PE, 1884 - Rio de Janeiro RJ, 1968) teve publicado seu primeiro poema, um soneto em alexandrinos, na primeira página do Correio da Manhã, em 1902, no Rio de Janeiro. Cursou Arquitetura, na Escola Politécnica, e Desenho de Ornato, no Liceu de Artes e Ofícios, entre 1903 e 1904; precisou abandonar os cursos, no entanto, devido à tuberculose. Nos anos seguintes, passou longos períodos em estações climáticas, no Brasil e na Europa. No sanatório de Clavadel (Suíça), onde esteve entre 1913 e 1914, travou amizade com Paul Éluard e tomou contato com a literatura de vanguarda francesa. Voltando ao Brasil, passou a viver no Rio de Janeiro, onde publicou A Cinza das Horas, em 1917. No mesmo ano, teve publicada sua primeira crônica, no jornal carioca Rio Jornal. Apoiou a Semana de Arte Moderna, em 1922; seu poema Os Sapos foi lido por Ronald de Carvalho, em uma das sessões do Teatro Municipal de São Paulo. Nas décadas seguintes, aliou à produção poética a colaboração em jornais, como cronista e crítico literário, e a tradução de mais de 30 obras. Lecionou no Colégio Pedro II, entre 1938 e 1943, e na Faculdade Nacional de Filosofia, entre 1943 e 1956. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 1940. Fazem parte de sua obra poética os livros Libertinagem (1930), Mafuá do Malungo (1948) e Estrela da Vida Inteira (1966), entre outros. Manuel Bandeira, cuja obra vincula-se à primeira geração do modernismo, é um dos maiores poetas brasileiros. Sua poesia, marcada pela experiência trágica da tuberculose, trata da morte, do amor e do cotidiano, em versos livres nos quais se destacam o humor, a melancolia, por vezes a amargura diante da vida. Como cronista, “foi um observador atento e lúcido dos fenômenos de uma época em que se desenvolveram tantos fatos notáveis para a história da Humanidade”, segundo o crítico Stephan Baciu.

A Morte Absoluta

Morrer.
Morrer de corpo e de alma.
Completamente.

Morrer sem deixar o triste despojo da carne,
A exangue máscara de cera,
Cercada de flores,
Que apodrecerão – felizes! – num dia,
Banhada de lágrimas
Nascidas menos da saudade do que do espanto da morte.

Morrer sem deixar porventura uma alma errante...
A caminho do céu?
Mas que céu pode satisfazer teu sonho de céu?

Morrer sem deixar um sulco, um risco, uma sombra,
A lembrança de uma sombra
Em nenhum coração, em nenhum pensamento,
Em nenhuma epiderme.

Morrer tão completamente
Que um dia ao lerem o teu nome num papel
Perguntem: "Quem foi?..."

Morrer mais completamente ainda,
Sem deixar sequer esse nome.

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Arte de Amar

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
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Três Idades

A vez primeira que te vi,
Era eu menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...

A ver-te, a rir numa gavota,
Meu coração entristeceu
Por quê? Relembro, nota a nota,
Essa ária como eterneceu
O meu olhar cheio do teu.

Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...

Já eras moça... Eu, um menino...
Como contar-te o que passei?
Seguiste alegre o teu destino...
Em pobres versos te chorei
Teu caro nome abençoei.

Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?

Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...

Porém teu vulto conservou
A mesma graça ingênua e fina...
A desventura te afeiçoou
À tua imagem de menina.
E estás delgada, estás franzina...
......................................................

O Último Poema

Assim eu quereria o meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

.......................................................

Quando Estás Vestidas

Quando estás vestidas,
Ninguém imagina
Os mundos que escondes
Sob as tuas roupas.

(Assim, quando é dia,
Não temos noção
Dos astros que luzem
No profundo céu.

Mas a noite é nua,
E, nua na noite,
Palpitam teus mundos
E os mundos da noite

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A Morte Passou por Perto - 1955


Em Nova York um lutador de boxe conhece uma dançarina quando esta é atacada por seu patrão e amante. Este acontecimento acaba provocando o envolvimento dos dois, mas o amante preterido, dominado pelo ciúme e pelo ódio, manda matar seu rival. Entretanto, em virtude de um equívoco, os capangas matam o empresário do lutador. O casal, vendo que corre perigo, tenta deixar a cidade para sempre.

Ficha Técnica:
título original:Killer's Kiss
gênero:Drama
duração:01 hs 07 min
ano de lançamento:1955
estúdio:United Artists / Minotaur Productions
distribuidora:United Artists
direção: Stanley Kubrick
roteiro:Howard Sackler, baseado em estória de Stanley Kubrick
produção:Morris Bousel e Stanley Kubrick
música:Gerald Fried
fotografia:Stanley Kubrick
edição:Stanley Kubrick

Elenco:
Frank Silvera (Vincent Rapallo)
Jamie Smith (Davy Gordon)
Irene Kane (Gloria Price)
Jerry Jarret (Albert)
Felice Orlandi (Gângster)
Mike Dana (Gângster)

Curiosidades:
- Impossibilitado de gravar os diálogos do filme no próprio set de filmagens, devido a problemas técnicos, Kubrick foi forçado a gravar posteriormente todas as falas e efeitos sonoros, incluindo-os posteriormente no filme.

- A Morte Passou por Pertofoi o último filme dirigido por Stanley Kubrick cujo roteiro não fora baseado em algum livro ou conto já publicado

- O orçamento de A Morte Passou por Pertofoi de apenas US$ 75 mil.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

John Coltrane

John Coltrane - Coltrane Time - 1958

Tracks:
01 - Shifting Down
02 - Just Friends
03 - Like Someone In Love
04 - Double Clutching

John Coltrane - Sax. Tenor
Kenny Dorham - Trompete
Cecil Taylor - Piano
Chuck Israels - Baixo
Louis Hayes - Bateria

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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sebastião Salgado


Fotógrafo mineiro (8/2/1944-). Um dos principais nomes da fotografia mundial na atualidade e o profissional brasileiro de maior projeção internacional, com uma obra caracterizada pela estética em branco e preto e pelo retrato do homem excluído. Sebastião Ribeiro Salgado nasce em Aimorés e, aos 16 anos, vai para Vitória, no Espírito Santo.
Forma-se em economia pela Universidade do Espírito Santo em 1967. Torna-se mestre na mesma área pela Universidade de São Paulo (USP), em 1968, e doutor pela Universidade de Paris, na França, em 1971. Muda-se então para Londres, Reino Unido, onde mora até 1973. Nesse período, viaja a serviço para a África diversas vezes, aproveitando para fotografar.
Volta a Paris e começa a atuar como repórter fotográfico free lance. Trabalha para a agência Gamma a partir de 1975 e, em 1979, ingressa na Magnum. Em 1981, durante uma reportagem para o jornal The New York Times, é o único profissional a registrar o atentado ao presidente norte-americano, Ronald Reagan, fato que lhe dá grande destaque internacional.
Seus principais livros são Other Americas (Outras Américas, 1986), que trata das condições de vida dos camponeses latino-americanos; Sahel: L''Homme en Detresse (Sahel: o Homem em Agonia, 1986) que aborda a seca na região africana do Sahel; Trabalhadores (1993), sobre a mudança nas relações de produção do trabalho manual; e Terra (1997), que mostra a pobreza e a questão agrária no Brasil.
Entre as dezenas de prêmios que recebeu, estão o Eugene Smith para Fotografia Humanitária (EUA, 1982), dois títulos de Fotógrafo do Ano do Centro Internacional de Fotografia (EUA, 1986 e 1988) e o Unesco para Iniciativas Bem-Sucedidas (1999).




















Nuno Júdice


Escritor, poeta e ensaísta português, natural de Mexilhoeira Grande, Portimão. Estudou Filologia Românica na Universidade de Lisboa, vindo depois a ser professor do ensino secundário. Atualmente, é professor da Universidade Nova de Lisboa, onde se doutorou em 1989 com uma tese sobre Literatura Medieval.
Colaborou ainda nas publicações O Tempo e o Modo e Jornal de Letras. A partir de 1997, passou a desempenhar, em Paris, os cargos de conselheiro cultural da embaixada portuguesa e delegado do Instituto Camões.
Publicou um livro de divulgação da literatura portuguesa do séc. XX em França: Voyage dans un siècle de littérature portugaise (1993) reeditado e revisto na edição portuguesa Viagem por um século de literatura (1997).
Tem livros traduzidos em Espanha, Itália, Venezuela, Inglaterra e em França, onde está publicado na coleção Poésie/Gallimard com Un chant dans l'epaisseur du temps.
Foi nomeado Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal e Director do Instituto Camões, em Paris
É o comissário para a área da Literatura de «Portugal como país-tema da 49.ª Feira do Livro de Frankfurt».
Tem escrito obras de ficção, como Plâncton (1981), A Manta Religiosa (1982), O Tesouro da Rainha de Sabá (1984), Vésperas de Sombras (1999) e Por Todos os Séculos (1999);
Publicou o primeiro livro de poesia em 1972: A Noção do Poema. Seguiram-se Crítica Doméstica dos Paralelipípedos (1973), O Mecanismo Romântico da Fragmentação (1975), O Voo de Igitur Num Copo de Dados (1981), A Partilha dos Mitos (1982), Lira de Líquen (1985, Prémio Pen Club Português), A Condescendência do Ser (1988), Enumeração de Sombras (1989), As Regras da Perspectiva (1990), Um Canto na Espessura do Tempo (1992), Meditação sobre Ruínas (1994, Grande Prêmio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, 1995), O Movimento do Mundo (1996), A Fonte da Vida (1997), Raptos/Enlévements/Kidnappings (1998, poemas escolhidos, com ilustrações de Jorge Martins), Teoria Geral do Sentimento (1999), Linhas de Água (2000) e A Árvore dos Milagres (2000).
De entre as suas obras de ensaio destacam-se A Era do «Orpheu» (1986), O Espaço do Conto no Texto Medieval (1991), O Processo Poético (1992) e As Máscaras do Poema (1998), sendo esta última obra uma recolha de muitos dos seus textos de ensaio e crítica.
Em 1996, foram lançadas as revistas Tabacarias dirigidas pelo escritor.
Recebeu os mais importantes prêmios de poesia portugueses: Pen Clube (em 1985), D. Dinis da Fundação Casa de Mateus (1990) e da Associação Portuguesa de Escritores (1994), este último com o livro Meditação sobre Ruínas que foi finalista do Prémio Europeu de Literatura, Aristeion. Nuno Júdice recebeu ainda o Prêmio de Poesia Pablo Neruda e o Prêmio da Fundação da Casa de Mateus.
Em 2001, publicou Pedro, Lembrando Inês e Cartografia de Emoções, um livro de poesia. No mesmo ano, Rimas e Contas, integrada na colectânea Poesia Reunida 1976/2000, foi reconhecida com o Prémio Crítica 2000, pelo Centro Português da Associação Internacional dos Críticos Literários (AICL)

A vida, as suas perdas e os seus ganhos, a sua
mais que perfeita imprecisão, os dias que contam
quando não se espera, o atraso na preocupação
dos teus olhos, e as nuvens que caíram
mais depressa, nessa tarde, o círculo das relações
a abrir-se para dentro e para fora
dos sentidos que nada têm a ver com círculos,
quadrados, retângulos, nas linhas
retas e paralelas que se cruzam com as
linhas da mão;

a vida que traz consigo as emoções e os acasos,
a luz inexorável das profecias que nunca se realizaram
e dos encontros que sempre se soube que
se iriam dar, mesmo que nunca se soubesse com
quem e onde, nem quando; essa vida que leva consigo
o rosto sonhado numa hesitação de madrugada,
sob a luz indecisa que apenas mostra
as paredes nuas, de manchas úmidas
no gesso da memória;

a vida feita dos seus
corpos obscuros e das suas palavras
próximas.
.......................................................

Princípios
Podíamos saber um pouco mais
da morte. Mas não seria isso que nos faria
ter vontade de morrer mais
depressa.
Podíamos saber um pouco mais
da vida.
Talvez não precisássemos de viver
tanto, quando só o que é preciso é saber
que temos de viver.
Podíamos saber um pouco mais do amor.
Mas não seria isso que nos faria deixar
de amar ao saber exatamente o que é o amor, ou
amar mais ainda ao descobrir que, mesmo assim, nada
sabemos do amor.
.....................................................
Plano

Trabalho o poema sobre uma hipótese: o amor
que se despeja no copo da vida, até meio, como se
o pudéssemos beber de um trago. No fundo,
como o vinho turvo, deixa um gosto amargo na
boca. Pergunto onde está a transparência do
vidro, a pureza do líquido inicial, a energia
de quem procura esvaziar a garrafa; e a resposta
são estes cacos que nos cortam as mãos, a mesa
da alma suja de restos, palavras espalhadas
num cansaço de sentidos. Volto, então, à primeira
hipótese. O amor. Mas sem o gastar de uma vez,
esperando que o tempo encha o copo até cima,
para que o possa erguer à luz do teu corpo
e veja, através dele, o teu rosto inteiro.
...............................................
Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.

Les Paul

Les Paul- The Guitar Artistry Of Les Paul [1971]

Tracks:
1. Begin the Beguine - Les Paul, Porter, Cole
2. Sweet Leilani - Les Paul, Owens, Harry
3. Dark Eyes - Les Paul, Carthorn, J.
4. My Isle of Golden Dreams - Les Paul, Blaufuss, Walter
5. Guitar Boogie - Les Paul, Smith, Arthur [1] "
6. Blue Skies - Les Paul, Berlin, Irving
7. To You Sweetheart, Aloha - Les Paul, Owens, Harry
8. Dream Dust - Les Paul, Marcus, Sol
9. Hawaiian Paradise - Les Paul, Owens, Harry
10. Steel Guitar Rag - Les Paul, McAuliffe, Leon

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Scorpions

Scorpions - Acoustica - 2001

Acoustica é um DVD acústico da banda alemã de Rock Scorpions. Foi gravado em três apresentações no Convento Do Beato em Lisboa, Portugal em 2001. Klaus Meine comenta no DVD que foi o setlist mais incomum que eles poderiam fazer. A banda contou com Backing Vocals, um guitarrista extra, um tecladista e um maestro para conduzir os arranjos da orquestra nas músicas.
A banda apresentou quatro músicas novas no concerto: Life Is To Short, When Love Kills Love, I Wanted To Cry (But The Tears Wouldn´t Come) e Back To You. O DVD contém ainda grandes músicas como The Zoo, Holiday, You And I, Still Loving You e a clássica Hurricane 2001, que é como foi rebatizada Rock You Like A Hurricane. Além dessas músicas, eles fizeram três músicas covers: Drive do The Cars, Dust In The Wind do Kansas e Love Of My Life do Queen.
01. Loving You
02. Is There Anybody There
03. The Zoo
04. Always Somewhere
05. Life Is Too Short
06. Holidays
07. You & I
08. When Love Kills Love
09. Tease Me, Plesae Me
10. Dust In The Wind
11. Send Me An Angel
12. Under The Same Sun
13. Rhythm Of Love
14. Back To You
15. Cath Your Train
16. I Wanted To Cry
17. Hurricane 2001
18. Wind Of Change
19. Love Of My Life
20. Drive
21. Still Loving You

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David Gilmour

David Gilmour - Live In Gdansk Sep 23, 2008

DVD 1
01. Castellorizon
02. On An Island
03. Blue, The
04. Red Sky At Night
05. This Heaven
06. Then I Close My Eyes
07. Smile
08. Take A Breath
09. Pocketful of Stones
10. Where We Start
11. Astronomy Domine
12. High Hopes
13. Echoes
14. Great Day For Freedom
15. Comfortably Numb

DVD 2
01. Shine On You Crazy Diamond
02. Wearing The Inside Out
03. Comfortably Numb
04. On An Island
05. High Hopes
06. Blue, The
07. Take A Breath
08. Echoes
09. Barn Jam 166
10. Barn Jam 192
11. Barn Jam 121
12. Castellorizon
13. On An Island
14. Blue, The
15. Take A Breath
16. Red Sky At Night
17. This Heaven
18. Then I Close My Eyes
19. Smile
20. Pocketful Of Stones, A
21. Where We Start

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Parceiros da Noite - 1980


O policial Steve Burns (Al Pacino) foi destacado para investigar uma série de assassinatos de homossexuais em Nova York. Com a intenção de crescer dentro da corporação, aceita o desafio de se passar por gay, sabendo que terá que frequentar a comunidade e mergulhar nos clubes de sadomasoquismo. Só não sabia que a sua caçada ao maníaco poderia ser longa e que ninguém sai normal de uma experiência tão brutal como esta.

Ficha Técnica:
título original:Cruising
gênero:Suspense
duração:01 hs 42 min
ano de lançamento:1980
estúdio:CiP - Europaische Treuhand AG Lorimar Film Entertainment
distribuidora:United Artists (EUA) Warner Home Vídeo (Brasil)
direção: William Friedkin
roteiro:William Friedkin, baseado no livro de Gerald Walker
produção:Jerry Weintraub
música:Jack Nitzsche
fotografia:James Contner
direção de arte:Edward Pisoni
figurino:Robert De Mora
edição:Bud S. Smith e M. Scott Smith

Elenco:
Al Pacino (Steve Burns)
Paul Sorvino (Capitão Edelson)
Karen Allen (Nancy)
Richard Cox (Stuart Richards)
Don Scardino (Ted Bailey)
Jay Acovone (Skip Lee)
Joe Spinell (Patrulheiro DiSimone)
Randy Jurgensen (Detetive Lefransky)

Curiosidades:
O diretor Brian De Palma demonstrou interesse em dirigir Parceiros da Noite, mas seus produtores não conseguiram os direitos na época e ele acabou filmando Vestida para Matar;

- O filme foi baseado numa série de crimes contra homossexuais que aconteceram em Nova York entre os anos de 1962 e 1979;

- O argumento sobre assassinatos em boates gays provocou uma protestos contra o lançamento. Grupos gays se programaram para realizar na época da estreia, mas o público ignorou a manifestação;

- Parceiros da Noite sofreu com os protestos, principalmente, nas cenas rodadas ao ar livre porque os manifestantes faziam barulho, mexiam nos refletores, subiam nos telhados e faziam de tudo para atrapalhar a equipe;

- A atriz Karen Allen não tinha conhecimento do roteiro antes de trabalhar no filme por opção do diretor que preferiu que ela ficasse "no escuro" sobre o que estaria acontecendo com o personagem policial de Al Pacino envolvido no mundo gay;

- Durante a sequência de um assassinato a facadas na cama de um quarto do hotel, o diretor inseriu várias cenas de um filme gay barra pesada que podem ser vistas apenas em câmera lenta;

- Foi a estreia de James A. Contner como diretor de fotografia. Friedkin deu a chance por admirar seu trabalho como operador de câmera;

- Contner pensou em rodar o filme em preto e branco, mas a ideia não foi adiante;

- A banda punk californiana The Germs gravou cinco músicas para o filme, mas somente "Lion's Share" foi utilizada. Durante a gravação, o diretor William Friedkin ficou tão empolgado com o ritmo frenético que ensaiou um "pogo" (se jogou) sobre a equipe;

- Existem rumores de que Friedkin fez uma versão de 140 minutos de Parceiros da Noite, ainda não lançada em versões DVD e Blu-ray. Este corte foi entregue ao estúdio e condenado pela MPAA pelo conteudo altamente provocativo;

- Com o intuito de manter as cenas o mais próximo do real, frequentadores reais dos bares de Nova York foram usados e muitos dos locais existem até hoje. A maioria dos figurantes foi contratada dias antes das filmagens e instruídos para agir normalmente, maneirando apenas nas cenas sexuais para que o filme não levasse a censura X (pornô);

- Em 1972, quando filmava O Exorcista, Friedkin usou um radiologista de verdade e seu assistente Paul Bateson para avaliar a menina possuída (Linda Blair). Sete anos mais tarde, ao começar o planejamento de levar para o cinema a adaptação do livro sobre um assassino que matava gays e jogava partes de seus corpos ensacados no Rio Hudson, descobriu que Bateson estava sendo julgado por assassinato do crítico de cinema Addison Verrill. Friedkin decidiu visitá-lo para conhecer um pouco mais da cabeça de um assassino, até porque ele também era suspeito de ser o assassino dos sacos plásticos. O caso nunca foi resolvido e Friedkin acabou usando o conhecimento de um assassino real e está registrado em Parceiros da Noite;
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A Montanha dos Sete Abutres - 1951


Albuquerque, Novo México. O repórter veterano Charles Tatum (Kirk Douglas) foi despedido de 11 jornais, por 11 razões diversas. Ele está sem dinheiro, então pede a Jacob Q. Boot (Porter Hall), o dono do jornal local, que lhe dê um emprego e consegue. Seu plano era trabalhar ali no máximo dois meses, mas após um ano não surgiu nenhuma boa oportunidade nem aconteceu nada bem interessante que rendesse uma boa matéria. Tatum sente-se totalmente entediado e sem motivação, então recebe ordem para cobrir uma corrida de cascavéis. Aparentemente seria outra matéria sem o menor atrativo, mas ruma para o local acompanhado por Herbie Cook (Robert Arthur), um misto de auxiliar, motorista e fotógrafo. No meio do caminho param para abastecer o carro e Tatum acaba descobrindo que Leo Minosa (Richard Benedict) ficou preso em uma mina quando procurava por "relíquias indígenas". Tatum sente que esta reportagem pode ser a chance que ele esperava, mas para isto precisa ter controle da situação. Ele transforma o resgate de Leo em um assunto nacional, atraindo milhares de curiosos, cinegrafistas de noticiários e comentaristas de rádio, além de forçar Lorraine (Jan Sterling), a mulher de Leo, a se fazer passar como uma esposa arrasada. Na verdade ela ia abandonar Leo neste trágico momento, mas Tatum a fez ver que ela iria ganhar um bom dinheiro na sua lanchonete quando as pessoas chegassem para ver o acontecia. Para prolongar o circo Tatum reduz deliberadamente a velocidade do resgate de Leo, pois o ideal é que ele que preso por seis dias e não apenas por algumas horas.

Ficha Técnica:
título original:Ace in the Hole
gênero:Drama
duração:01 hs 51 min
ano de lançamento:1951
estúdio:Paramount Pictures
distribuidora:Paramount Pictures
direção: Billy Wilder
roteiro:Walter Newman, Billy Wilder e Lesser Samuels
produção:Billy Wilder
música:Hugo Friedhofer
fotografia:Charles Lang
direção de arte:A. Earl Hedrick e Hal Pereira
figurino:Edith Head
edição:Arthur P. Schmidt

Elenco:
Jan Sterling (Lorraine Minosa)
Robert Arthur (Herbie Cook)
Porter Hall (Jacob Q. Boot)
Frank Cady (Sr. Federber)
Richard Benedict (Leo Minosa)
Ray Teal (Xerife)
Lewis Martin (McCardle)
John Berkes (Pai Minosa)
Frances Dominguez (Mãe Minosa)
Frank Jaquet (Sam Smollet)
Harry Harvey (Dr. Hilton)
Geraldine Hall (Nellie Federber)
Gene Evans (Deputado)
Kirk Douglas (Charles "Chuck" Tatum)

Curiosidades:
- O ator Victor Desny entrou com um processo contra os produtores de A Montanha dos Sete Abutres, por quebra de direitos autorais. Desny possuía os direitos da história de Floyd Collins, que ficou preso em uma montanha anos antes do início das filmagens. O processo foi analisando durante o desenvolvimento do roteiro, tendo sido concluído ainda antes do início das filmagens.
- Quando A Montanha dos Sete Abutresfoi lançado o filme recebeu críticas ruins e fracassou nas bilheterias. Os produtores decidiram, sem a autorização do diretor Billy Wilder, mudar o título original para "The Big Carnival" e relançá-lo nos cinemas, em uma tentativa de obter sucesso. Não deu certo.
- O orçamento de A Montanha dos Sete Abutres foi de US$ 1,8 milhão.

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domingo, 22 de agosto de 2010

Herbie Hancock

Herbie Hancock - Empyrean Isles - 1964

Tracks:
1. One Finger Snap 7:21
2. Oliloqui Valley 8:30
3. Cantaloupe Island 5:34
4. The Egg 14:01
5. One Finger Snap 7:37
6. Oliloqui Valley 10:47

Donwload

sábado, 21 de agosto de 2010

Dire Straits

Dire Straits - Making Movies - 1980

Tracks:
01 "Tunnel of Love" - 8:11
02 "Romeo and Juliet" - 6:01
03 "Skateaway" - 6:40
04 "Expresso Love" - 5:12
05 "Hand in Hand" - 4:48
06 "Solid Rock" - 3:27
07 "Les Boys" - 4:08

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Dire Straits

Dire Straits - Communiqué - 1979


Tracks:
01. Once Upon A Time In The West
02. News
03. Where Do You Think You’re Going?
04. Communiqué
05. Lady Writer
06. Angel Of Mercy
07. Portobello Belle
08. Single Handed Sailor
09. Follow Me Home

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Scorpions

Scorpions - Love at First Sting - 1984

Tracks:
1. Bad Boys Running Wild
2. Rock You Like A Hurricane
3. I'm Leaving You
4. Coming Home
5. The Same Thrill
6. Big City Nights
7. As Soon As The Good Times Roll
8. Crossfire
9. Still Loving You

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AC/DC

AC/DC - Back in Black - 1980

Tracks:
1. Hells Bells
2. Shoot To Thrill
3. What Do You Do For Money Honey
4. Given The Dog A Bone
5. Let Me Put My Love Into You
6. Back In Black
7. You Shook Me All Night Long
8. Have A Drink On Me
9. Shake A Leg
10. Rock And Roll Ain't Noise Pollution

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

David Gilmour

David Gilmour - About Face - 1984

Tracks:
1. Until We Sleep
2. Murder
3. Love On The Air
4. Blue Light
5. Out Of The Blue
6. All Lovers Are Deranged
7. You Know I'm Right
8. Cruise
9. Let's Get Metaphysical
10. Near The End

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Alma em Suplício - 1945


O conhecido bon-vivant Monte Beragon (Zachary Scott) é morto. Logo sua esposa, Mildred Pierce Beragon (Joan Crawford), se mostra muito perturbada, mas isto não a impede de dar a entender para Wally Fay (Jack Carson) que está interessada nele. Como Wally sempre a cortejou, é facilmente levado para a casa de praia dela. Mildred não permite que ele se aproveite da situação e, dizendo que vai mudar de roupa, o deixa só na casa. Quando ele vê que Mildred não responde, considera tudo estranho e tenta achar uma saída, mas o que encontra é o corpo de Beragon. Alguns policiais que estavam fazendo ronda vêem Wally quebrando uma janela, para sair da casa de Mildred. Quando é comunicada da morte do marido, Mildred soube que Bert Pierce (Bruce Bennett), seu 1º marido, é considerado suspeito do assassinato de Monte, o que o faz ser preso. Ela diz que ele não pode ser o assassino, apesar dele ter confessado, pois é uma boa pessoa. Para tentar defendê-lo ela passa a contar parte da história de sua vida, quando a relação entre ela e Bert estava em crise, principalmente por ele estar desempregado e ela ter de fazer bolos, para não deixar faltar nada às filhas Veda (Ann Blyth) e Kay (Jo Ann Marlowe). A primeira era o motivo principal de preocupação de Mildred, que se esforçava para mimá-la, sendo que seu esforço nem sempre era reconhecido. Quando Bert sai de casa a situação se complica, então Mildred arruma emprego como garçonete. Ela aprende rápido e logo abre seu restaurante, que se torna um sucesso. Mildred casa com Monte Beragon, que era o dono do imóvel onde ela montou seu negócio, mas então as coisas começam a dar .

Ficha Técnica:
título original:Mildred Pierce
gênero:Drama
duração:01 hs 49 min
ano de lançamento:1945
estúdio:Warner Bros. Pictures
distribuidora:Warner Bros. Pictures
direção: Michael Curtiz
roteiro:Ranald MacDougall, baseado em livro de James M. Cain
produção:Jerry Wald
música:Max Steiner
fotografia:Ernest Haller
direção de arte:Anton Grot
figurino:Milo Anderson
edição:David Weisbart

Elenco:
Joan Crawford (Mildred Pierce Beragon)
Jack Carson (Wally Fay)
Zachary Scott (Monte Beragon)
Eve Arden (Ida Corwin)
Ann Blyth (Veda Pierce Forrester)
Bruce Bennett (Albert "Bert" Pierce)
Lee Patrick (Maggie Biederhof)
Moroni Olsen (Inspetor Peterson)
Veda Ann Borg (Miriam Ellis)
Jo Ann Marlowe (Kay Pierce)
Robert Evans
George Tobias


Curiosidades:
- Bette Davis e Rosalind Russell recusaram a personagem Mildred Pierce. Barbara Stanwyck chegou a disputá-la com Joan Crawford, mas foi preterida pelos produtores. - Joan Crawford estava sob contrato com a Warner Bros. há 2 anos, antes de estrelar
Alma em Suplício
. Para obter o papel ela teve que fazer um teste, algo impensável na época em que era contratada da MGM, e recusou vários roteiros oferecidos pela Warner. - Este é o 1º de 2 filmes em que o diretor Michael Curtiz e a atriz Joan Crawford trabalharam juntos. O posterior foi
Caminho de Redenção
(1949). - Shirley Temple esteve cotada para interpretar a personagem Veda Pierce Forrester. - William Faulkner também trabalhou no roteiro, mas suas contribuições não foram incluídas em sua versão final. - A casa de praia de Monte Beragon pertencia ao diretor Michael Curtiz. Ela foi construída em 1929 e foi destruída em janeiro de 1983, devido a uma violenta tempestade. - Também disponível em versão colorida por computadores.

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

John Coltrane

John Coltrane - A Love Supreme - 1965

Tracks:
01 - Acknowledgement
02 - Resolution
03 - Pursuance
04 - Psalm

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Scarface - A Vergonha de Uma Nação - 1932



Na Chicago dos anos 20, um gângster (Paul Muni) mata um rival do seu chefe e rapidamente ganha destaque dentro da quadrilha. Ele espera o momento exato para assassinar seu chefe e se tornar o novo líder do bando, mas o fato de sua irmã (Ann Dvorak), por quem ele sente uma paixão incestuosa, estar envolvida com seu homem de confiança (George Raft) o deixa totalmente abalado. Este fato gerará trágicas consequências.

Ficha Técnica:
Título no Brasil: Scarface, a Vergonha de uma Nação
Título Original: Scarface
País de Origem: EUA
Gênero: Policial
Tempo de Duração: 93 minutos
Ano de Lançamento: 1932
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção: Howard Hawks

Elenco:
Paul Muni .... Tony Camonte
Ann Dvorak .... Cesca Camonte
Karen Morley .... Poppy
Osgood Perkins .... Johnny Lovo
C. Henry Gordon .... Ben Guarino
George Raft .... Guino Rinaldo
Vince Barnett .... Angelo
Boris Karloff .... Gaffney
Inez Palange .... Mãe de Tony
Howard Hawks .... Homem na cama

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Moulin Rouge - 1952


Em Paris de 1890, no popular cabaré Moulin Rouge ("Moinho Vermelho"), o jovem artista de família nobre Henri de Toulouse-Lautrec bebe uma garrafa de conhaque e esboça desenhos das dançarinas que se apresentam. Ele é amigo de frequentadores habituais e artistas da casa, tais como a cantora Jane Avril, das dançarinas rivais La Goulue e a angolana Aicha (que constatemente brigam) além do proprietário Maurice Joyant. Joyant faz a proposta de um mês de bebidas grátis para Henry em troca da encomenda de um cartaz publicitário. Henry espera todos os frequentadores sairem da casa, antes que ele também se vá, pois não quer que vejam suas pernas curtas, deformadas por um acidente na infância. Ao se dirigir para o seu apartamento em Montmartre, Henri encontra a prostituta Marie Charlet e inicia um romance com ela. Henry prepara o cartaz que lhe fora encomendado como uma litografia que, apesar de causar estranheza ao proprietário, é aceito.

A peça publicitária se torna uma sensação e a casa fica famosa, mudando o nível dos frequentadores e afastando os antigos artistas e dançarinas. Mas Henry acaba descobrindo a traição de Marie e se afunda mais no alcoolismo até que em 1900 conhece a manequim Myriamme Hyam na Ponte do Rio Sena. Myryamme é sofisticada e grande admiradora do trabalho de Henry e os dois se tornam amigos. Apesar dessa forte relação, Henry continua a beber e sua solidão aumenta cada vez mais, mesmo com o reconhecimento ainda em vida da qualidade de sua pintura.

Ficha Técnica:
Titulo Original: Moulin Rouge
Direção: John Huston
Roteiro: John Huston, Pierre La Mure, Anthony Veiller
Lançamento: 1952 (EUA)
Duração: 119 min
Gênero: Musical / Drama / Romance


Elenco:
José Ferrer…Toulouse-Lautrec / Conde de Toulose-Lautrec
Zsa Zsa Gabor….......Jane Avril
Suzanne Flon…........Myriamme Hyam
Eric Pohlmann….......Picard
Colette Marchand…....Marie Charlet
Christopher Lee….....Georges Seurat
Michael Balfour….....Dodo
Peter Cushing….......Marcel de la Voisier
Katherine Kath…......La Goulue
Theodore Bikel…......Rei Milo IV da Sérvia
Muriel Smith…........Aicha
Lee Montague…........Maurice Joyant
George Lannes….......Sargento Patou


Download Parte1 Parte2 Parte3

Uma Mente Brilhante - 2001


John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.

Ficha Técnica:
título original:A Beautiful Mind
gênero:Drama
duração:02 hs 15 min
ano de lançamento:2001
estúdio:Imagine Entertainment
distribuidora:DreamWorks Distribution L.L.C. / Universal Pictures / UIP
direção: Ron Howard
roteiro:Akiva Goldsman, baseado em livro de Sylvia Nasar
produção:Brian Grazer e Ron Howard
música:James Horner
fotografia:Roger Deakins
direção de arte:Robert Guerra
figurino:Rita Ryack
edição:Daniel P. Hanley e Mike Hill
efeitos especiais:Digital Domain

Elenco:
Russell Crowe (John Forbes Nash Jr.)
Ed Harris (William Parcher)
Jennifer Connelly (Alicia Nash)
Paul Bettany (Charles)
Adam Goldberg (Sol)
Vivien Cardone (Marcee)
Judd Hirsch (Helinger)
Josh Lucas (Hansen)
Anthony Rapp (Bender)
Christopher Plummer (Dr. Rosen)
David B. Allen (John Nash Jr. - 13 anos)

Curiosidades:
Inicialmente seria Robert Redford quem dirigiria Uma Mente Brilhante;

- Tom Cruise esteve cotado para interpretar John Nash em Uma Mente Brilhante;

- Este é o 1º de 2 filmes em que o diretor Ron Howard e o ator Russell Crowe trabalharam juntos. O posterior foi A Luta Pela Esperança (2005);

- Este é o 1º de 2 filmes em que o diretor Ron Howard e o ator Paul Bettany trabalharam juntos. O posterior foi O Código Da Vinci (2006);

- Este é o 2º filme que os atores Russell Crowe e Christopher Plummer atuam juntos. O anterior fora O Informante (1999);

- Este é o 1º de 3 filmes em que Paul Bettany e Jennifer Connelly atuam juntos. Os demais foram Coração de Tinta - O Livro Mágico (2008) e Criação (2009).

Prêmios:
OSCAR
Ganhou
Melhor Filme
Melhor Diretor - Ron Howard
Melhor Atriz Coadjuvante - Jennifer Connelly
Melhor Roteiro Adaptado

Indicações
Melhor Ator - Russell Crowe
Melhor Maquiagem
Melhor Trilha Sonora
Melhor Edição

GLOBO DE OURO
Ganhou
Melhor Filme - Drama
Melhor Ator - Drama - Russell Crowe
Melhor Atriz Coadjuvante - Jennifer Connelly
Melhor Roteiro

Indicações
Melhor Diretor - Ron Howard
Melhor Trilha Sonora

BAFTA
Ganhou
Melhor Ator - Russell Crowe
Melhor Atriz Coadjuvante - Jennifer Connelly

Indicações
Melhor Filme
Melhor Diretor - Ron Howard
Melhor Roteiro Adaptado

MTV MOVIE AWARDS
Indicação
Melhor Ator - Russell Crowe

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sideways - Entre Umas e Outras - 2004


Miles Raymond (Paul Giamatti) é um homem depressivo, que tenta se tornar um escritor. Miles é fascinado por vinhos e decide dar como presente de despedida de solteiro a Jack (Thomas Haden Church), seu melhor amigo, uma viagem pelas vinículas do Vale de Santa Inez, na California. Eles partem juntos na viagem, mas logo se envolvem com duas mulheres. Jack conhece Stephanie (Sandra Oh), a funcionária de uma vinícola local, que faz com que ele queira anular seu casamento, que está marcado para daqui a poucos dias. Já Miles se interessa por Maya (Virginia Madsen), uma garçonete que tem o mesmo apreço por vinho que ele.

Ficha Técnica:
título original:Sideways
gênero:Drama
duração:02 hs 03 min
ano de lançamento:2004
estúdio:Fox Searchlight Pictures / Sideways Productions Inc. / Michael London Productions
distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
direção: Alexander Payne
roteiro:Alexander Payne e Jim Taylor, baseado em livro de Rex Pickett
produção:Michael London
música:Rolfe Kent
fotografia:Phedon Papamichael
direção de arte:T.K. Kirkpatrick e Tim Kirkpatrick
figurino:Wendy Chuck
edição:Kevin Trent
efeitos especiais:Flash Film Works

Elenco:

Paul Giamatti (Miles Raymond)
Thomas Haden Church (Jack)
Virginia Madsen (Maya)
Sandra Oh (Stephanie)
Marylouise Burke (Mãe de Miles)
Jessica Hecht (Victoria)
Missy Doty (Cammi)
M.C. Gainey (Marido de Cammi)
Alysia Reiner (Christine Erganian)
Shake Tukhmanyan (Sra. Erganian)
Duke Moosekian (Mike Erganian)
Patrick Gallagher (Gary)
Chris Burroughs (Chris)
Lee Brooks (Ken Cortland)
Peter Dennis (Leslie Brough)
Robert Covarrubias

Curiosidades:
Foi o próprio diretor Alexander Payne quem selecionou a relação de vinhos que aparecem em cena em
Sideways
.
- A atriz Sandra Oh aprendeu a dirigir uma moto para realizar uma cena em
Sideways
.
- Exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 2004.
- O orçamento de
Sideways
foi de US$ 18 milhões.

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O Mundo de Andy - 1999


Cinebiografia de Andy Kaufman (Jim Carrey), considerado o mais excêntrico, inovador e enigmático comediante de seu tempo. Um mestre em provocar o público, Kaufman podia gerar gargalhadas, um silêncio sepulcral, lágrimas ou até mesmo brigas, o que lhe valeu a fama de gênio da comédia americana.

Ficha Técnica:
título original:Man on the Moon
gênero:Comédia
duração:01 hs 58 min
ano de lançamento:1999
estúdio:Universal Pictures / Jersey Films
distribuidora:Universal Pictures
direção: Milos Forman
roteiro:Scott Alexander e Larry Karaszewski
produção:Danny deVito, Michael Shamberg e Stacey Sher
música:Peter Buck, Mike Mills e Michael Stipe
fotografia:Anastas N. Michos
direção de arte:Ray Kluga e James F. Truesdale
figurino:Jeffrey Kurland
edição:Adam Boome, Lynzee Klingman e Christopher Tellefsen

Elenco:
Jim Carrey (Andy Kaufman/Tony Clifton)
Danny deVito (George Shapiro)
Courtney Love (Lynne Margulies)
George Shapiro (Dono do Clube)
Paul Giamatti (Bob Zmuda/Tony Clifton)
Peter Bonerz (Ed. Weinberger)
Gerry Becker (Stanley Kaufman)
Leslie Lyles (Janice Kaufman)
Bob Zmuda (Jack Burns)
David Letterman (David Letterman)
Christopher Lloyd (Christopher Lloyd)
Vincent Schiavelli

Curiosidades:
- Antes de começar as filmagens, a vaga de Andy Kaufman ainda estava em aberto. O diretor Milos Forman não conseguia decidir entre Jim Carrey e Edward Norton, com quem já havia trabalhado em O Povo Contra Larry Flynt
. Passou a decisão ao estúdio, que escolheu Carrey para o papel prncipal.
- Para a reconstrução das cenas da série da TV americana "Taxi", a qual Andy Kaufman trabalhou, foi reunido o mesmo elenco que participou da série, 20 anos atrás.
- Na verdade, a produção de
O Mundo de Andy
teve início 3 anos antes das filmagens começarem. Durante este período os produtores do filme entrevistaram dezenas de amigos, familiares, colegas e até mesmo inimigos declarados de Andy Kaufman, a fim de montar um roteiro que contasse de forma o mais realista possível o decorrer da vida do comediante.

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